Área de Competência: Base_STC_&
• Associa conceitos de construção e arquitectura integração e à melhoria do bem-estar individual.
• Promove a qualidade de vida atravé3s da harmonia territorial em modelos de desenvolvimento rural ou urbano.
• Compreende os diferentes papéis de das instituições que trabalham no âmbito da administração, segurança e território.
• Reconhece as diferentes formas de mobilidade territorial (do local ao global), bem como a sua evolução.
O que aprendi
“As tradições já não são o que eram.” Esta expressão tem o seu porquê de verdade. As tradições retratam-nos o passado, trazendo até nós as vivências, costumes e valores de uma determinada época. Mas será importante preservar esta e aquela tradição, este e aquele monumento que tanto nos conta, tanto nos ilustram o passado? Na minha opinião parece crucial não deixar morrer estes testemunhos históricos. Obviamente que muitas destas tradições sofreram já algumas alterações naturais do tempo, pois nada é eterno. Vila Nova entre muitas outras aldeias está situada na província da Beira Alta. As habitações eram essencialmente construídas em granito e madeira. Muitas foram reconstruídas ou restauradas por se encontrarem num estado de degradação já avançado, outras foram modernizadas e outras ainda foram construídas de raiz. Eram casas relativamente grandes, com pequenos mas vários compartimentos, pois as famílias eram numerosas. Já a cozinha era o compartimento maior, para que a família se pudesse juntar as refeições. A grande lareira servia para aquecer a casa e fazer a comida nas panelas de ferro fundido. As janelas, todas em madeira com vidro fino, as paredes interiores eram revestidas de cal construídas com uma espécie de barro e ripas de madeira, e o soalho também em madeira. Não havia electricidade nem água canalizada, por isso, toda a água que necessitavam provinha das fontes da aldeia, fontes estas que também feitas em pedra e jorravam a água mais aveludada que já se bebeu. E porque a agricultura é uma actividade a que muitos se dedicaram, não é de estranhar que o rés-do-chão das casas fosse o compartimento dos animais, tradição de toda a Beira Alta. Recordo-me de ver o rés-do-chão da casa dos meus avós, ocupados com bois, coelhos, ovelhas entre outros.
Existe já, ainda que em número reduzido, quem restaure mantendo toda a composição (pedra,..) apenas substituindo o que está degradado por materiais idênticos realçando pouco o que foi feito de novo.
Desde então observaram-se muitas mudanças na Arquitectura, a organização e utilização do espaço têm agora outras funcionalidades, substituindo quartos por escritórios ou salas de lazer. A partir de Janeiro de 2009, os sistemas de climatização passaram a constar obrigatoriamente nos projectos das novas habitações e também daquelas que forem reconstruídas. Estas novas tecnologias aplicadas à habitação permitem uma eficiente gestão dos consumos de energia maximizando as condições de segurança e conforto dos seus moradores.
Economizar energia, é dos principais motivos que levaram à mudança. As novas tecnologias de informação aplicadas ao controlo e gestão dos sistemas de comunicação, iluminação, climatização, controlo de acessos (idosos, deficientes motores), detecção de incêndios e intrusão, criaram um novo conceito, o de casas inteligentes.
Hoje, são utilizados materiais e tecnologias adequadas em todos os sistemas
No ano em que a minha casa foi construída, não existiam requisitos térmicos nas construções e não eram observados os princípios da utilização racional da energia.
Durante algum tempo, as janelas foram de fraca resistência térmica, além de serem de vidro simples, eram mal isoladas. O sistema de fecho não impedia a circulação do ar, desperdiçando assim uma boa percentagem do calor.
Actualmente as janelas são de vidro duplo e estão devidamente calafetadas, pois o correcto isolamento da casa é fundamental para que o rendimento do sistema de aquecimento seja eficiente.
Além de que as janelas e portas de qualidade são um elemento essencial na utilização racional da energia. Pois a energia é um bem cada vez mais precioso e o seu preço aumenta de ano para ano.
.
É uma moradia unifamiliar, foi construída no ano de 1992 pelo meu pai, pelos meus irmãos e claro, também dei uma ajuda.
Tem uma área total de 2.100 m2, sendo 250 m2 de área coberta e 1.850 m2 de área descoberta.
Foi construída com blocos de cimento, vigas de aço, isolamento térmico de esferovite. No rés-do-chão direito, onde actualmente estou a morar, tem dois quartos, uma casa de banho, uma sala e cozinha ampla. Foi construída mais recentemente, em 2001, sendo os materiais de isolamento térmico diferentes daqueles que foram utilizados no primeiro andar, por este ter sido construído há muito tempo atrás.
A função do isolamento é a de manter o conforto térmico no interior da casa, não deixa escapar a temperatura atingida no interior da habitação, e por outro lado impede que a temperatura exterior penetre no interior protegendo o edifício.
O isolamento térmico das paredes foi feito com placas Wallmate, são placas de isolamento térmico para paredes com caixa-de-ar. É uma placa rígida de espuma de poliestireno e apresenta-se em placas rígidas de cor azul e forma rectangular. Estas placas proporcionam um isolamento térmico extremamente eficaz e duradouro.
Para o isolamento do tecto, foi aplicado cortiça, pois tem a vantagem de ser fácil a sua aplicação, este material veio trazer os resultados que eu desejava, pois impede que o ruído passe de um espaço para o outro.
A canalização em pex e aço inoxidável no sistema de aquecimento que utilizo, que são radiadores que através de uma caldeira aquecem a casa e também produz água quente.
Normalmente, estes equipamentos oferecem pelo menos três níveis de potência, para adequar às necessidades energéticas de cada altura, normalmente utilizo a maior potência para aquecer e depois uma potência mais baixa para manter a temperatura.
Mais recentemente estes equipamentos começaram a ter outras funcionalidades, que contribuem para um maior conforto e permitem funções adicionais, tais como toalheiros adaptáveis, que permitem secar toalhas sem pôr em risco o funcionamento do equipamento.
Para tornar a sala ainda mais aconchegante, decidi pintar de azul a parede onde está situada a lareira e as outras três paredes, pintei-as de amarelo muito claro, estimulando desta forma a sensação de conchego. Utilizei tintas antifúngicas, que evitam a humidade. No andar superior já efectuei algumas pequenas obras, como tinha três quartos pequenos que já não eram utilizados, tirei uma das paredes e liguei a casa de banho a esse mesmo quarto, assim ficou mais amplo e com casa de banho privativa.
O quintal que tenho em frente à casa, sempre serviu para cultivo de batatas, couves,
Feijões, etc., mesmo antes de a casa ter sido construída.
Actualmente, essas sementeiras são feitas num terreno um pouco mais abaixo e naquele lugar, construí um espaço de lazer. Semeei relva, fiz canteiros de flores e plantei árvores.
É neste espaço que costumamos fazer as actividades de lazer em família, tais como, jogar à bola, correr à apanhada, festas de aniversário. Costumamos também pôr uma piscina onde o meu filho e os amigos se divertem.
Tornei assim este espaço, um lugar atraente, seguro e confortável para toda a família e não só.
Todos temos direito a uma casa. Para a construirmos temos de ter em conta alguns factores importantes tais como; a zona onde vai ser construída, tem de ter segurança sísmica, condições de equilíbrio a que chamamos estática, que é a parte física que estuda corpos em equilíbrio ou seja: o terreno não pode ser flexível, tem de haver umas forças que anulem as outras, o corpo tem de estar em equilíbrio, de contrário a moradia pode ruir, vimos o exemplo de alguns prédios em Lisboa, e a ponte Entre-os-rios.
Para dar uma melhor qualidade de vida na sociedade, nos anos 90, o Estado criou bairros sociais onde foram inseridas várias famílias que viviam em barracas degradadas sem condições humanitárias. A preocupação é cada vez maior no que diz respeito ao conforto, tranquilidade e segurança das populações.
Depois da integração de Portugal na EU assistiu-se à entrada de imigrantes vindos dos PALOP, do Brasil e da Europa do Leste
O nosso País sempre se afirmou como um país de emigração, foi durante séculos um país onde a maior parte da sua população se viu forçada a emigrar para poder sobreviver, o que ainda continua a acontecer.
A sua evolução ficou mais forte ao término do século XIX e durante o terceiro quarto do século de XX. Razões económicas, entre outros, de natureza social, religiosa e política, são as principais causas da emigração portuguesa nos cinco continentes.
Hoje, são cerca de quatro milhões e oitocentos mil, os portugueses espalhados pelo mundo, são mesmo muita gente, gente das nossas famílias.
As migrações internacionais têm efeitos económicos consideráveis visto que uma parte importante das poupanças dos migrantes é transferida para os países de origem. Se a imigração for maior que a emigração diz-se que o saldo migratório foi negativo (pois saíram mais indivíduos do país do que entraram), se ocorrer o contrário, o saldo migratório foi positivo. O saldo migratório é utilizado para ajudar na caracterização da população de um determinado território.
Com as guerras civis, muitos dos emigrantes tiveram que retornar ao seu país de origem, trazendo com eles as suas famílias, havendo assim êxodos migratórios Muitos habitantes desses países também tiveram a necessidade de se refugiar. Os transportes que utilizavam era a navegação à vela que foi evoluindo e sendo substituída pelo vapor para travessias maiores. Estes acontecimentos originaram uma revolução nos transportes, dos barcos às locomotivas a vapor mais tarde os comboios e autocarros, e hoje em dia a maior parte da população viaja de avião, além de ser mais rápido já são mais em conta do que alguns anos atrás.
Também devido às diferenças económicas e culturais, os êxodos migratórios devem-se na maioria das vezes à falta de oportunidades principalmente nas zonas rurais. Nestas zonas, a indústria quase não existe, o que provoca a falta de emprego e como alternativa resta-lhes a agricultura, actividade com fraca remuneração. Neste caso leva a que as pessoas sejam “obrigadas” a imigrar.
Temos como exemplo o Ribatejo e Alentejo, terras de cultivo a perder de vista; milho, arroz, tomate, girassóis, como já tive a oportunidade de ver.
No entanto, a indústria é fraca e por isso os habitantes mais jovens optam por imigrar para os pólos de atracão, que são as grandes cidades do Litoral. Por sua vez, a desertificação do interior devido à falta de oportunidades, empregos, actividades que retenham os jovens nessas zonas, são chamados pólos de repulsão.
A emigração cresceu nos últimos anos, devido às condições económicas das famílias.
É particularmente triste quando vemos alguns amigos e família a afirmarem que já não conseguem viver no país onde nasceram e só conseguem prever um futuro melhor com o recurso à emigração.
Infelizmente em pleno século XXI, com todos os fundos europeus, é a única solução.
Também existem migrações animais, é realmente importante no que respeita a reprodução para a sobrevivência do ecossistema.
Eu tenho muito gosto em viver no campo a 7 km da cidade, digo isto porque já habitei durante 2 anos na cidade e não me agradou devido as condições ambientais, a poluição era o que mais me atormentava. O ruído constante dos automóveis gerava-me um grande stress no dia-a-dia. Neste âmbito, após pesquisa e estudo do tema, elaboramos alguns trabalhos. Assistimos a um workshop que tinha como tema “Alterações climáticas e Saúde Humana. Em aula de formação, vimos um filme sobre a poluição dos solos e suas consequências. Hoje, o maior desafio ambiental é o combate às alterações climáticas.
A utilização consciente e responsável de recursos naturais faz parte de uma ética que se impõe cada vez mais na nossa sociedade.
O aproveitamento do lixo urbano e industrial como fonte energética, para além de ser uma alternativa aos combustíveis fósseis, permite reduzir a contaminação dos solos, através do lançamento não controlado de produtos tóxicos, de detritos orgânicos, dos hidrocarbonetos existentes no petróleo e seus derivados, dos detritos industriais, dos produtos químicos domésticos e dos produtos de tratamento da agricultura.
A agricultura é o sector que mais polui os solos. Os Produtos contaminantes ao infiltrarem-se no solo vão poluir as águas subterrâneas, trazendo graves consequências para a saúde pública.
Recentemente, as instituições governamentais têm dada particular relevância aos métodos biológicos de descontaminação de solos. A tecnologia pode vir a ter um papel de grande importância na recuperação de áreas contaminadas pelas actividades industrial e urbana. O tratamento biológico do solo diminui os riscos para a saúde pública, bem como para o ecossistema e, ao contrário da incineração ou dos métodos químicos, não interfere nas propriedades naturais do solo.
Mas a luta continua, pois o mundo não pára para que nós possamos dar vazão a tanta poluição.
A educação está na base de grandes melhorias.
Sinto-me bastante satisfeita por morar numa bela e pitoresca aldeia. Rodeada de terrenos e robustos pinheiros, a aldeia é aconchegada parecendo até protegida por esta encantadora Natureza. Recentemente abriram novas estradas no periférico da aldeia dando acesso mais rápido à cidade de Viseu.
As soluções rodoviárias muitas vezes passam pela regulação de fluxos gráficos e recorrem muitas vezes a uma ferramenta matemática que são os grafos. Os sistemas de patrulha da PSP permitem estudos de optimização recorrendo a grafos,
E depois de representá-los correctamente podemos saber qual o caminho mais curto entre duas cidades num mapa; dadas as coordenadas das cidades podem-se construir estradas de modo é que o número de quilómetros seja o mínimo possível e que fiquem todas conectadas.
Relativamente a este assunto elaboramos alguns exercícios em aula que tenho em anexo.
O desenvolvimento da rede rodoviária fez com que a com a densidade populacional ampliasse. Cada vez mais a população tem preferência em viver no campo onde há mais tranquilidade pois os acessos são cada vez mais.
Para viajarmos é importante que haja vigilância, sinalização e segurança rodoviária nas estradas, todo o cuidado é pouco. Tivemos a oportunidade de nos deslocar à PSP de Viseu onde fomos recebidos pelo Sr. Comissário Moita. Ficámos a conhecer como a Brigada de Trânsito opera nas estradas, em relação à velocidade utilizam o radar com o efeito Doppler.
Nas estradas Portuguesas já morreram milhares de pessoas e outras ficaram gravemente feridas para toda a vida. A brutalidade dos acontecimentos foi a forma encontrada pela Polícia para chocar os condutores mais novos e alertar os condutores para as consequências do uso do telemóvel. Toda a gente sabe que é proibido usar o telemóvel ao volante sem kit mãos livres, e no entanto, seja na cidade, seja na auto-estrada, é só contemplar a quantidade de condutores encostado ao vidro. Por cada mensagem que se escreve os olhos desviam-se da estrada em média seis segundos.
Portanto, até agora as multas e coimas de nada serviram.
Vila Nova é a minha terra, pertencendo à freguesia do Campo. A aldeia situa-se no sopé oeste do Monte de Santa Luzia, sensivelmente seis km da cidade de Viseu. A densidade populacional é deÁrea: 507,20 km²; População: 100.167 hab. (2008); Densidade; populacional: 195 hab./km²; Número de freguesias: 34; Fundação do município (ou foral): 1123 (foral); Região: Centro; Sub-região: Dão-Lafões; Distrito: Viseu; Antiga província: Beira Alta
“Segundo um estudo da DECO de 2007, Viseu é a 17ª melhor cidade europeia, entre as 76 do estudo, sendo ainda a melhor das 18 cidades capitais de distrito portuguesas com melhor qualidade de vida, quando inquiridas as populações destas cidades.”
• Associa conceitos de construção e arquitectura integração e à melhoria do bem-estar individual.
• Promove a qualidade de vida atravé3s da harmonia territorial em modelos de desenvolvimento rural ou urbano.
• Compreende os diferentes papéis de das instituições que trabalham no âmbito da administração, segurança e território.
• Reconhece as diferentes formas de mobilidade territorial (do local ao global), bem como a sua evolução.
O que aprendi
“As tradições já não são o que eram.” Esta expressão tem o seu porquê de verdade. As tradições retratam-nos o passado, trazendo até nós as vivências, costumes e valores de uma determinada época. Mas será importante preservar esta e aquela tradição, este e aquele monumento que tanto nos conta, tanto nos ilustram o passado? Na minha opinião parece crucial não deixar morrer estes testemunhos históricos. Obviamente que muitas destas tradições sofreram já algumas alterações naturais do tempo, pois nada é eterno. Vila Nova entre muitas outras aldeias está situada na província da Beira Alta. As habitações eram essencialmente construídas em granito e madeira. Muitas foram reconstruídas ou restauradas por se encontrarem num estado de degradação já avançado, outras foram modernizadas e outras ainda foram construídas de raiz. Eram casas relativamente grandes, com pequenos mas vários compartimentos, pois as famílias eram numerosas. Já a cozinha era o compartimento maior, para que a família se pudesse juntar as refeições. A grande lareira servia para aquecer a casa e fazer a comida nas panelas de ferro fundido. As janelas, todas em madeira com vidro fino, as paredes interiores eram revestidas de cal construídas com uma espécie de barro e ripas de madeira, e o soalho também em madeira. Não havia electricidade nem água canalizada, por isso, toda a água que necessitavam provinha das fontes da aldeia, fontes estas que também feitas em pedra e jorravam a água mais aveludada que já se bebeu. E porque a agricultura é uma actividade a que muitos se dedicaram, não é de estranhar que o rés-do-chão das casas fosse o compartimento dos animais, tradição de toda a Beira Alta. Recordo-me de ver o rés-do-chão da casa dos meus avós, ocupados com bois, coelhos, ovelhas entre outros.
Existe já, ainda que em número reduzido, quem restaure mantendo toda a composição (pedra,..) apenas substituindo o que está degradado por materiais idênticos realçando pouco o que foi feito de novo.
Desde então observaram-se muitas mudanças na Arquitectura, a organização e utilização do espaço têm agora outras funcionalidades, substituindo quartos por escritórios ou salas de lazer. A partir de Janeiro de 2009, os sistemas de climatização passaram a constar obrigatoriamente nos projectos das novas habitações e também daquelas que forem reconstruídas. Estas novas tecnologias aplicadas à habitação permitem uma eficiente gestão dos consumos de energia maximizando as condições de segurança e conforto dos seus moradores.
Economizar energia, é dos principais motivos que levaram à mudança. As novas tecnologias de informação aplicadas ao controlo e gestão dos sistemas de comunicação, iluminação, climatização, controlo de acessos (idosos, deficientes motores), detecção de incêndios e intrusão, criaram um novo conceito, o de casas inteligentes.
Hoje, são utilizados materiais e tecnologias adequadas em todos os sistemas
No ano em que a minha casa foi construída, não existiam requisitos térmicos nas construções e não eram observados os princípios da utilização racional da energia.
Durante algum tempo, as janelas foram de fraca resistência térmica, além de serem de vidro simples, eram mal isoladas. O sistema de fecho não impedia a circulação do ar, desperdiçando assim uma boa percentagem do calor.
Actualmente as janelas são de vidro duplo e estão devidamente calafetadas, pois o correcto isolamento da casa é fundamental para que o rendimento do sistema de aquecimento seja eficiente.
Além de que as janelas e portas de qualidade são um elemento essencial na utilização racional da energia. Pois a energia é um bem cada vez mais precioso e o seu preço aumenta de ano para ano.
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É uma moradia unifamiliar, foi construída no ano de 1992 pelo meu pai, pelos meus irmãos e claro, também dei uma ajuda.
Tem uma área total de 2.100 m2, sendo 250 m2 de área coberta e 1.850 m2 de área descoberta.
Foi construída com blocos de cimento, vigas de aço, isolamento térmico de esferovite. No rés-do-chão direito, onde actualmente estou a morar, tem dois quartos, uma casa de banho, uma sala e cozinha ampla. Foi construída mais recentemente, em 2001, sendo os materiais de isolamento térmico diferentes daqueles que foram utilizados no primeiro andar, por este ter sido construído há muito tempo atrás.
A função do isolamento é a de manter o conforto térmico no interior da casa, não deixa escapar a temperatura atingida no interior da habitação, e por outro lado impede que a temperatura exterior penetre no interior protegendo o edifício.
O isolamento térmico das paredes foi feito com placas Wallmate, são placas de isolamento térmico para paredes com caixa-de-ar. É uma placa rígida de espuma de poliestireno e apresenta-se em placas rígidas de cor azul e forma rectangular. Estas placas proporcionam um isolamento térmico extremamente eficaz e duradouro.
Para o isolamento do tecto, foi aplicado cortiça, pois tem a vantagem de ser fácil a sua aplicação, este material veio trazer os resultados que eu desejava, pois impede que o ruído passe de um espaço para o outro.
A canalização em pex e aço inoxidável no sistema de aquecimento que utilizo, que são radiadores que através de uma caldeira aquecem a casa e também produz água quente.
Normalmente, estes equipamentos oferecem pelo menos três níveis de potência, para adequar às necessidades energéticas de cada altura, normalmente utilizo a maior potência para aquecer e depois uma potência mais baixa para manter a temperatura.
Mais recentemente estes equipamentos começaram a ter outras funcionalidades, que contribuem para um maior conforto e permitem funções adicionais, tais como toalheiros adaptáveis, que permitem secar toalhas sem pôr em risco o funcionamento do equipamento.
Para tornar a sala ainda mais aconchegante, decidi pintar de azul a parede onde está situada a lareira e as outras três paredes, pintei-as de amarelo muito claro, estimulando desta forma a sensação de conchego. Utilizei tintas antifúngicas, que evitam a humidade. No andar superior já efectuei algumas pequenas obras, como tinha três quartos pequenos que já não eram utilizados, tirei uma das paredes e liguei a casa de banho a esse mesmo quarto, assim ficou mais amplo e com casa de banho privativa.
O quintal que tenho em frente à casa, sempre serviu para cultivo de batatas, couves,
Feijões, etc., mesmo antes de a casa ter sido construída.
Actualmente, essas sementeiras são feitas num terreno um pouco mais abaixo e naquele lugar, construí um espaço de lazer. Semeei relva, fiz canteiros de flores e plantei árvores.
É neste espaço que costumamos fazer as actividades de lazer em família, tais como, jogar à bola, correr à apanhada, festas de aniversário. Costumamos também pôr uma piscina onde o meu filho e os amigos se divertem.
Tornei assim este espaço, um lugar atraente, seguro e confortável para toda a família e não só.
Todos temos direito a uma casa. Para a construirmos temos de ter em conta alguns factores importantes tais como; a zona onde vai ser construída, tem de ter segurança sísmica, condições de equilíbrio a que chamamos estática, que é a parte física que estuda corpos em equilíbrio ou seja: o terreno não pode ser flexível, tem de haver umas forças que anulem as outras, o corpo tem de estar em equilíbrio, de contrário a moradia pode ruir, vimos o exemplo de alguns prédios em Lisboa, e a ponte Entre-os-rios.
Para dar uma melhor qualidade de vida na sociedade, nos anos 90, o Estado criou bairros sociais onde foram inseridas várias famílias que viviam em barracas degradadas sem condições humanitárias. A preocupação é cada vez maior no que diz respeito ao conforto, tranquilidade e segurança das populações.
Depois da integração de Portugal na EU assistiu-se à entrada de imigrantes vindos dos PALOP, do Brasil e da Europa do Leste
O nosso País sempre se afirmou como um país de emigração, foi durante séculos um país onde a maior parte da sua população se viu forçada a emigrar para poder sobreviver, o que ainda continua a acontecer.
A sua evolução ficou mais forte ao término do século XIX e durante o terceiro quarto do século de XX. Razões económicas, entre outros, de natureza social, religiosa e política, são as principais causas da emigração portuguesa nos cinco continentes.
Hoje, são cerca de quatro milhões e oitocentos mil, os portugueses espalhados pelo mundo, são mesmo muita gente, gente das nossas famílias.
As migrações internacionais têm efeitos económicos consideráveis visto que uma parte importante das poupanças dos migrantes é transferida para os países de origem. Se a imigração for maior que a emigração diz-se que o saldo migratório foi negativo (pois saíram mais indivíduos do país do que entraram), se ocorrer o contrário, o saldo migratório foi positivo. O saldo migratório é utilizado para ajudar na caracterização da população de um determinado território.
Com as guerras civis, muitos dos emigrantes tiveram que retornar ao seu país de origem, trazendo com eles as suas famílias, havendo assim êxodos migratórios Muitos habitantes desses países também tiveram a necessidade de se refugiar. Os transportes que utilizavam era a navegação à vela que foi evoluindo e sendo substituída pelo vapor para travessias maiores. Estes acontecimentos originaram uma revolução nos transportes, dos barcos às locomotivas a vapor mais tarde os comboios e autocarros, e hoje em dia a maior parte da população viaja de avião, além de ser mais rápido já são mais em conta do que alguns anos atrás.
Também devido às diferenças económicas e culturais, os êxodos migratórios devem-se na maioria das vezes à falta de oportunidades principalmente nas zonas rurais. Nestas zonas, a indústria quase não existe, o que provoca a falta de emprego e como alternativa resta-lhes a agricultura, actividade com fraca remuneração. Neste caso leva a que as pessoas sejam “obrigadas” a imigrar.
Temos como exemplo o Ribatejo e Alentejo, terras de cultivo a perder de vista; milho, arroz, tomate, girassóis, como já tive a oportunidade de ver.
No entanto, a indústria é fraca e por isso os habitantes mais jovens optam por imigrar para os pólos de atracão, que são as grandes cidades do Litoral. Por sua vez, a desertificação do interior devido à falta de oportunidades, empregos, actividades que retenham os jovens nessas zonas, são chamados pólos de repulsão.
A emigração cresceu nos últimos anos, devido às condições económicas das famílias.
É particularmente triste quando vemos alguns amigos e família a afirmarem que já não conseguem viver no país onde nasceram e só conseguem prever um futuro melhor com o recurso à emigração.
Infelizmente em pleno século XXI, com todos os fundos europeus, é a única solução.
Também existem migrações animais, é realmente importante no que respeita a reprodução para a sobrevivência do ecossistema.
Eu tenho muito gosto em viver no campo a 7 km da cidade, digo isto porque já habitei durante 2 anos na cidade e não me agradou devido as condições ambientais, a poluição era o que mais me atormentava. O ruído constante dos automóveis gerava-me um grande stress no dia-a-dia. Neste âmbito, após pesquisa e estudo do tema, elaboramos alguns trabalhos. Assistimos a um workshop que tinha como tema “Alterações climáticas e Saúde Humana. Em aula de formação, vimos um filme sobre a poluição dos solos e suas consequências. Hoje, o maior desafio ambiental é o combate às alterações climáticas.
A utilização consciente e responsável de recursos naturais faz parte de uma ética que se impõe cada vez mais na nossa sociedade.
O aproveitamento do lixo urbano e industrial como fonte energética, para além de ser uma alternativa aos combustíveis fósseis, permite reduzir a contaminação dos solos, através do lançamento não controlado de produtos tóxicos, de detritos orgânicos, dos hidrocarbonetos existentes no petróleo e seus derivados, dos detritos industriais, dos produtos químicos domésticos e dos produtos de tratamento da agricultura.
A agricultura é o sector que mais polui os solos. Os Produtos contaminantes ao infiltrarem-se no solo vão poluir as águas subterrâneas, trazendo graves consequências para a saúde pública.
Recentemente, as instituições governamentais têm dada particular relevância aos métodos biológicos de descontaminação de solos. A tecnologia pode vir a ter um papel de grande importância na recuperação de áreas contaminadas pelas actividades industrial e urbana. O tratamento biológico do solo diminui os riscos para a saúde pública, bem como para o ecossistema e, ao contrário da incineração ou dos métodos químicos, não interfere nas propriedades naturais do solo.
Mas a luta continua, pois o mundo não pára para que nós possamos dar vazão a tanta poluição.
A educação está na base de grandes melhorias.
Sinto-me bastante satisfeita por morar numa bela e pitoresca aldeia. Rodeada de terrenos e robustos pinheiros, a aldeia é aconchegada parecendo até protegida por esta encantadora Natureza. Recentemente abriram novas estradas no periférico da aldeia dando acesso mais rápido à cidade de Viseu.
As soluções rodoviárias muitas vezes passam pela regulação de fluxos gráficos e recorrem muitas vezes a uma ferramenta matemática que são os grafos. Os sistemas de patrulha da PSP permitem estudos de optimização recorrendo a grafos,
E depois de representá-los correctamente podemos saber qual o caminho mais curto entre duas cidades num mapa; dadas as coordenadas das cidades podem-se construir estradas de modo é que o número de quilómetros seja o mínimo possível e que fiquem todas conectadas.
Relativamente a este assunto elaboramos alguns exercícios em aula que tenho em anexo.
O desenvolvimento da rede rodoviária fez com que a com a densidade populacional ampliasse. Cada vez mais a população tem preferência em viver no campo onde há mais tranquilidade pois os acessos são cada vez mais.
Para viajarmos é importante que haja vigilância, sinalização e segurança rodoviária nas estradas, todo o cuidado é pouco. Tivemos a oportunidade de nos deslocar à PSP de Viseu onde fomos recebidos pelo Sr. Comissário Moita. Ficámos a conhecer como a Brigada de Trânsito opera nas estradas, em relação à velocidade utilizam o radar com o efeito Doppler.
Nas estradas Portuguesas já morreram milhares de pessoas e outras ficaram gravemente feridas para toda a vida. A brutalidade dos acontecimentos foi a forma encontrada pela Polícia para chocar os condutores mais novos e alertar os condutores para as consequências do uso do telemóvel. Toda a gente sabe que é proibido usar o telemóvel ao volante sem kit mãos livres, e no entanto, seja na cidade, seja na auto-estrada, é só contemplar a quantidade de condutores encostado ao vidro. Por cada mensagem que se escreve os olhos desviam-se da estrada em média seis segundos.
Portanto, até agora as multas e coimas de nada serviram.
Vila Nova é a minha terra, pertencendo à freguesia do Campo. A aldeia situa-se no sopé oeste do Monte de Santa Luzia, sensivelmente seis km da cidade de Viseu. A densidade populacional é deÁrea: 507,20 km²; População: 100.167 hab. (2008); Densidade; populacional: 195 hab./km²; Número de freguesias: 34; Fundação do município (ou foral): 1123 (foral); Região: Centro; Sub-região: Dão-Lafões; Distrito: Viseu; Antiga província: Beira Alta
“Segundo um estudo da DECO de 2007, Viseu é a 17ª melhor cidade europeia, entre as 76 do estudo, sendo ainda a melhor das 18 cidades capitais de distrito portuguesas com melhor qualidade de vida, quando inquiridas as populações destas cidades.”