Wednesday, 11 November 2009

A Obsidade

Estilos Arquitéctonicos

Redes de informação

Cultura, comunicação e média

Área de Competência_Base CLC5

• Compreende as diferentes utilizações da Língua nas comunicações rádio, adequando-as às necessidades da organização do seu quotidiano.
• Identifica as mais-valias da sistematização da informação disponibilizada por via electrónica em contextos socioprofissionais.
• Reconhece os impactos dos mass média na constituição do poder mediático e a sua influência na regulação institucional.
• Desenvolve uma atitude crítica face aos conteúdos disponíveis através da internet e dos meios de comunicação social no geral.

Tenho a noção que cada vez mais há a necessidade de aprender tudo o que se relaciona com a comunicação.
Neste módulo tive alguns conhecimentos sobre a Gramática da língua portuguesa
O pequeno aparelho que nos é indispensável no dia-a-dia, Telemóvel, já faz parte dos nossos acessórios, já não me consigo imaginar sair de casa sem ele, e se por algum motivo o esqueço, invade-me uma sensação de insegurança, pois a necessidade é cada vez maior, estou sempre contactável a todo o momento e em qualquer lugar. Na aula tive conhecimento de situações profundas de dependência entre os adolescentes devido ao uso do telemóvel.
Todos os meus conhecimentos foram adquiridos através da prática diária e a regularidade com que uso o computador no meu dia-a-dia na formação, quando surge alguma dúvida recorro às pessoas com mais experiência, técnicos, amigos, etc.
Hoje, posso dizer que estou bastante à vontade para trabalhar nos diversos programas do computador, na Internet faço pesquisas para os trabalhos que tenho a apresentar, podendo envia-los pelo correio electrónico, logisticamente acessível, tenho acesso a aquisição de produtos não comercializáveis no meu país, quebra a solidão pois posso contactar amigos e familiares pelo Skype ao vivo e a cores, ou pelo mensagem, aprendi a teclar com mais rapidez, só tenho que ter em atenção a escrita, pois no mensager abrevio as palavras, e quando estou a digitar algum trabalho tenho muito a tendência de o fazer. Também faço cálculos das minhas despesas mensais no Exel, armazeno fotos e vídeos no Windows Média Player, transferências feitas do telemóvel para o computador.
Não sou nenhuma perita em termos de informática, mas sei que aprendi muito ao longo deste tempo e continuo a aprender frequentando também um curso de informática no horário pós laboral.
Infelizmente a Internet tem as suas desvantagens, apesar de ter acesso a todo o tipo de informação, tenho que ter a noção do perigo de influência que me pode provocar, a dependência, vicio, problemas de saúde, e problemas familiares. A falta de comunicação é uma das principais razões que se deve ter em conta, não só com o uso do computador como também com a absorção da televisão.
Durante este módulo tive a oportunidade de visitar os museus, Grão Vasco e Arte Sacra, na sé de Viseu, onde tive o gosto de admirar os vários estilos arquitectónicos. Com a elaboração de um trabalho tive a curiosidade de ir a internet e ver o que tinha visitado, e mais uma vez constatei que a internet nos dá a possibilidade de observar os mesmos monumentos virtualmente.
No entanto, há prevenções que devo de ter em conta, saber ouvir e compreender a mensagem que me é transmitida, saber absorver a informação em doses certas.
Os produtos que nos são exibidos são cada vez mais parecidos tecnicamente, por isso para oferecer algo que é diferente, é essencial que haja transparência e veracidade na qualidade e no preço, pois a necessidade, é de receber a aprovação a todos os níveis dos consumidores e investidores.
Com as novas tecnologias a exposição das empresas é cada vez maior, e ao mesmo tempo torna-se mais transparente aos olhos da sociedade.
No decorrer das aulas de Cultura Linguagem e Comunicação, juntamente com as colegas que mencionarei mais tarde, elaboramos um debate sobre a obesidade. Considero que é problema muito actual, pois a saúde humanitária sempre foi e cada vez mais é importante. A anemia, a osteoporose e o raquitismo são doenças que advêm da má nutrição, 11% das crianças em todo o mundo sofrem de obesidade, as causas são relacionas com o mau acompanhamento alimentar, demasiado tempo em frente ao computador ou televisão, as novas tecnologias cativam em excesso as nossas crianças, cabe-nos a nós país, saber como agir para que esse tempo não seja desmesurado.
Apenas 9,9% da população portuguesa faz exercício físico regularmente, e é tão fácil libertar as toxinas do nosso corpo! Penso que a maioria das pessoas não tem consciência o quão bem faz uma caminhada. Quando se fala em ginástica, a primeira coisa que pensam é;” quanto irei gastar?”
Mas para nos sentirmos bem, não precisamos de gastar um cêntimo, basta ter vontade de correr, caminhar, saltar,..etc. São enumeras as coisas que se podem fazer sem termos de ir a um ginásio.
A partir dos 13 anos, para muitos, a importância do corpo começa é ser vital, muitas jovens já faleceram devido
O fanatismo de ter um corpo sem gorduras leva a que muitas pessoas a comprem medicamentos supostamente milagrosos, mas mais tarde têm consequências gravíssimas.
É fundamental alertar para o problema da obesidade, aconselhar sobre uma alimentação saudável, moderada e cuidada.

As moléculas

Do Átomo ao Homem

Sociedade, tecnologia e ciências fundamentais

Área de Competência: Base _STC_7

Descrição da UFCD: STC-7
• Reconhece os elementos fundamentais ou unidades estruturais e organizativas que baseiam a análise e o raciocínio científicos
• Recorre a processos e métodos científicos para actuar em diferentes domínios da vida social.
• Intervém racional e criticamente em questões públicas com base em conhecimentos científicos e tecnológicos.
• Interpreta leis e modelos científicos, num contexto de coexistência de estabilidade e mudança.

A nossa existência deve-se a um longo processo, do qual nós estabelecemos a sua "origem'' e evolução a 18 bilhões de anos atrás. Neste curso de tempo associa-se uma teoria, a Teoria da Grande Explosão (Big Bang). Foi a partir do Átomo, (menor partícula que ainda caracteriza um elemento químico) que tudo se gerou e evoluiu. O átomo é uma partícula que compõe tudo, ele é composto de um núcleo que contem protões e neutrões, envolta do núcleo ficam electrões. (Ele apresenta um núcleo com carga positiva (Z é a quantidade de protões e "E" a carga elementar) que apresenta quase toda sua massa (mais que 99,9%) e Z electrões determinando o seu tamanho Como diz a ciência, instantes após o Big Bang, a pura energia pôde condensar-se nas mais diminutas partículas, os "QUARKS" os ELÉTRONS, e os NEUTRINOS. Acredita que foram produzidos em grandes quantidades nos primeiros instantes da existência do universo.
A análise da anatomia e fisiologia do homem mostra que ele se diferenciou dos outros mamíferos.
O estado humano actual foi atingido no decurso de uma longa evolução de espécies humanas. Por isso pensou-se durante muito tempo que o homem descendesse dos sismos.
O “Homo Sapiens” foi incapaz de sobreviver no seu retiro de o ecológico apenas com a determinação do código genético, sem a aprendizagem de códigos culturais próprios ao sistema da sociedade em que nasce e cresce. Estes códigos culturais consistem no modo de relação do homem com o mundo, inventando utensílios capazes de prolongar os órgãos de relação atrofiados, transformando assim o mundo em que vive. A tecnologia própria a cada civilização só é possível graças à invenção de símbolos que a conseguem projectar e transmitir através das gerações.
Segundo Lamarck, o princípio evolutivo estaria baseado em duas Leis fundamentais, a lei do uso ou desuso, ou seja, o uso de determinadas partes do corpo do organismo fariam com que estas se desenvolvessem e o desuso, com que se atrofiassem. Lei da transmissão dos caracteres adquiridos, ou seja, alterações provocadas em determinadas características do organismo, pelo uso e desuso, seriam transmitidas aos descendentes.
O facto é que a teoria de Lamarck caiu em descrédito e a teoria da evolução de Darwin, hoje chamada de “Teoria da Evolução Sintética” é que foi aceite como verdadeira pelos cientistas. Os indivíduos de uma mesma espécie apresentam variações em todos os caracteres, não sendo, portanto, idênticos entre si. É no ADN que está contida toda a nossa informação genética, sob a forma de genes. Ele é constituído por quatro tipos de nucleótidos, unidade básica do ADN que por sua vez é constituído por uma pentose, um grupo fosfato e uma base azotada, que se associam de uma forma específica, formando uma cadeia dupla, adenina (A) com timina (T) e guanina (G) com citosina (C). Os nucleótidos são designados deste modo devido às bases azotadas que entram nas suas constituições. É possível ler a cadeia de ADN, obtendo-se uma sequência de letras, como por exemplo, ATGATTCTGTAGCCTGATCCC, a uma sequência completa de ADN dá-se o nome de genoma.
É também através do ADN, que se podem criar os “bilhetes de Identidade genéticos” isto é, a partir dos genes do ADN que se encontram no núcleo das nossas células é possível reconhecer a nossa identidade de uma maneira que ninguém o possa negar, pois o nosso ADN é único. Ou então pode-se verificar a veracidade dos progenitores, com o teste de paternidade. Um indivíduo herda dos seus progenitores as informações que determinam essas características. Os genes são unidades funcionais da hereditariedade transmitidos de geração em geração. Cada célula tem um conjunto de cromossomas que foi recebido do lado maternal e outro recebido do lado paternal. Esses cromossomas vão definir o que terá esse indivíduo, ou seja, se uma mulher de olhos castanhos tem filhos com um homem de olhos azuis, eles poderão ter filhos de olhos mais escuros ou mais claros. O que vai definir são os cromossomas. No meu caso, os genes da minha mãe possuem as minhas características, ou seja, constituem o meu fenótipo. É aquilo que está guardado, é a informação que se manifestou. Por exemplo: a minha mãe, que tem sardas (fenótipo), poderá ter genes para pele branca sem sardas (que não se manifestou e é recessivo) e para as sardas (que se manifestou e é dominante).
Hoje, mais do que nunca, a Ciência depende de um grande suporte tecnológico para poder progredir. As descobertas científicas têm sido inúmeras ao longo dos tempos. Ao modo como estas descobertas são convertidas em algo prático chama-se tecnologia.
É devido à tecnologia que hoje podemos ver se a mulher está grávida de um ou dois bebes. Na época em que nasci não havia essa possibilidade. A minha mãe só soube que estava para ter o segundo bebé, (eu) depois de a minha irmã nascer. Hoje em dia, devido à evolução das tecnologias, podemos ver a eco grafia a 3 dimensões, assim certificamo-nos se o bebe se encontra bem fisicamente.
Os gémeos podem ser idênticos ou fraternos. Os gémeos idênticos, como o nome já diz, terão o mesmo sexo, a mesma aparência física, o mesmo grupo sanguíneo enfim, capazes de confundir todos. Eles são originados de um único óvulo e um espermatozóide. O óvulo fertilizado divide-se em duas partes idênticas após a sua implantação no útero e estas desenvolvem-se separadamente. Já Os gémeos fraternos, que são o meu caso, resultam da fertilização de dois óvulos por dois espermatozóides. Eles partilham até 50% da informação genética, podem ou não ser do mesmo sexo e ter ou não o mesmo factor sanguíneo. E não se assemelham mais do que dois irmãos com a mesma idade. Os óvulos podem ser libertados de um ou de ambos os ovários.
A melhor altura para saber se os gémeos são fraternos ou idênticos, será sem dúvida o momento do nascimento. Mesmo que nasçam com o mesmo sexo, para ter a certeza, o médico precisará de analisar a placenta. Se for uma só para os dois e se as membranas das duas bolsas fetais tiverem camadas finas é provável que sejam idênticos.
Mas se as placentas forem separadas e as membranas das bolsas fetais tiverem quatro camadas, é quase certo que serão gémeos fraternos. A resposta definitiva virá só depois de feito o teste que permite definir o tipo sanguíneo. Mundialmente cerca de 70% dos gémeos são fraternos e 30% são idênticos.
Nas fases iniciais do desenvolvimento humano, as células estaminais do embrião "diferenciam-se" em todos os tipos de células existentes no organismo - cérebro, ossos, coração, músculos, pele, entre outras. Os cientistas esperam que as células estaminais humanas possam abrir caminho a novos tratamentos, utilizando no futuro, células estaminais retiradas de adultos com o devido consentimento. Actualmente, os cientistas utilizam as células do embrião, contudo, surgem problemas éticos na sociedade, pois podemos considerar ou não, os embriões, seres humanos mesmo que ainda não estejam formados. É por causa da ciência que tudo se questiona.
Devem ou não impor-se limites ao conhecimento científico? Esta questão é muito subjectiva, porque, qual será o limite, se nós sociedade, quando nos bate à porta uma situação de profundo desespero a primeira coisa que fazemos é recorrer à ciência. O que mais desejamos é que nos aliviem a dor. Por isso, penso que o conhecimento científico deve ser “usado” para quem realmente necessita dele em questões de saúde, pois é o bem mais precioso que o Homem tem.
A clonagem por exemplo é um tema polémico, mas será que é uma boa opção? Seria uma boa opção para alguém tivesse por exemplo, diabetes ou a doença de Alzheimer, o embrião poderia ser utilizado para fornecer células estaminais para o curar. Algumas pessoas pensam que deveriam ter o direito de fazer o que quisessem com o seu próprio ADN, mesmo que fosse para clonagem. Outras acham que isso dará um "empurrão" à clonagem reprodutiva. Penso que a investigação científica deveria explorar todas as possibilidades, pois as células estaminais podem ser o escape para muitas doenças que de outra forma serão incuráveis, tais como a doença de Parkinson, cardíacas, Alzheimer, paralisia, acidentes vasculares cerebrais e a diabetes.
Presentemente, na nossa sociedade, só quem passa por um caso de vida ou de morte é que é totalmente a favor na utilização das células estaminais.
No ambiente o ADN é uma ferramenta importante para se salvarem espécies de animais e de plantas em perigo de extinção e mesmo para se trazerem de volta algumas que tenham desaparecido recentemente. O ADN traz a possibilidade de se criarem novas bactérias geneticamente modificadas que sejam capazes de limpar o ambiente de toxinas nocivas, pois decompõem resíduos orgânicos, nocivos para o ambiente, e transformam-nos em água e dióxido de carbono. Neste módulo tive a oportunidade de o constatar. Apresento em anexo um trabalho sobre esta matéria.
O método científico é bastante poderoso, mas tem limites. Esses limites baseiam-se no facto de que uma hipótese precisa de ser testada e contestada. As experiências e observações precisam de ser passíveis de repetição, mas não podendo usar o método experimental porque na sociedade existe o respeito pelos valores éticos.
Somos o resultado daquilo que herdamos biologicamente, mas e também sem possibilidade de quantificação em percentagem, daquilo que vivemos. Quando ocorre uma alteração no ambiente, os indivíduos que possuem características que os permitem adaptar-se às novas condições sobrevivem deixando maior descendência, e aqueles que não têm estas características, deixarão menor descendência. Pode-se então afirmar que, quanto maior a diversidade de indivíduos, maior a probabilidade de adaptação a um novo ambiente, pois pelo menos um dos indivíduos possuirá as características necessárias para sobreviver a este “novo mundo”. Assim, o conceito de evolução pode ser aplicado às mudanças do mundo biológico e às mudanças culturais e tecnológicas. O indivíduo e a diversidade de culturas existentes fazem com que a sociedade seja o que é hoje. Com efeito, o conceito de diversidade cultural, acompanhando o de biodiversidade, vai mais além naquilo que a multiplicidade de culturas contempla, em uma perspectiva sistémica na qual cada cultura se desenvolve e evolui em contacto com outras culturas.
Para tal existe o método científico que desenvolve uma experiência a fim de produzir novo conhecimento, bem como corrigir e integrar conhecimentos pré-existentes. Outro processo muito utilizado é o uso de estatísticas. A estatística utiliza-se através das teorias probabilísticas para explicar a frequência de fenómenos e para possibilitar a previsão desses fenómenos no futuro.
Se não fosse o avanço da ciência e do conhecimento científico, não haveria tantas questões controvérsias. No caso da eutanásia, que se tem vindo cada vez mais a ser discutida no nosso país, cada cidadão tem uma maneira diferente de a digerir, pois é abordada de maneira diferente por cada um. Uns por opção e altruísmo, pelo manter do seu papel e estatuto social, outros por medo, por a família não aceitar ou não querer vivenciar essa última fase em que termina a vida, outros, porque simplesmente acreditam que só Deus pode tirar a vida.
O Estado tem como princípio a protecção da vida dos seus cidadãos, existem aqueles que, devido ao seu estado precário de saúde, desejam dar um fim ao seu sofrimento antecipando a morte. É a diferença essencialmente cultural e social, que faz com que a legislação mude de país para país.
Existem determinadas etapas de doenças em que a morte é o final certo, em que o doente padece de um grande sofrimento. É aí que os princípios éticos devem ser pautados na preservação da vida, segundo estes quando o paciente está numa etapa em que a morte é algo inevitável deve ser antecedido o alívio do sofrimento.
Irá sempre haver aquele momento em que as tentativas de cura deixam de demonstrar compaixão ou de fazer qualquer sentido sob o ponto de vista médico, aí deverá ser respeitada a opinião e decisão do paciente e fazer com que o tempo de vida restante seja o melhor possível. Após várias pesquisas que fiz para fazer o trabalho que tenho em anexo e no meu blogue, considero a eutanásia como uma forma de evitar o sofrimento quando a vida não tem mais sentido, quando não se dispõe de qualidade de vida. Penso que a alimentação e a hidratação devem ser suspensas quando são inúteis para o doente. Além de inúteis, podem ser prejudiciais. Digo isto porque vivenciei de perto algumas situações. Está-se a dar ao doente uma comida que ele não vai poder digerir, nem absorver. Neste caso, ainda é pior, a alimentação vai matá-lo mais depressa.
Mas esta decisão não é fácil de tomar nos casos concretos. É importante que tenhamos em mente que o ser humano deve ser respeitado nas suas potencialidades individuais.
Ninguém tem o direito de decidir sobre a vida ou a morte, mas é indispensável que as pessoas estejam informadas sobre outras formas de alívio do sofrimento como por exemplo os cuidados paliativos que tratam o sofrimento na vertente física, psíquica, social e emocional.
Considero que o sítio apropriado para a pessoa morrer é em casa, rodeada pelas pessoas que gostam dela e lhe dão conforto e carinho, pelas suas coisas, a ler os seus livros, a ouvir a sua música, entre outras coisas.
Também fiquei a saber que existem grupos de pressão interessados em legalizar a eutanásia por motivos de natureza económica, por quem paga os cuidados de saúde. Por isso as companhias de seguros estão interessadas na sua legalização.
Para terminar, penso que o projecto de lei do PS sobre os direitos dos doentes à informação e ao consentimento informado (testamento vital), já foi aprovado no Parlamento, PSD e CDS votaram contra, criticando o projecto por ser um passo para a eutanásia. No debate estabelecido há quem diferencie entre eutanásia activa e eutanásia passiva. A Eutanásia activa consiste na acção de interromper de maneira artificial, a vida de um paciente que não morreria de maneira natural. Eutanásia passiva corresponde à morte pela não aplicação de tratamentos médicos perante uma patologia que, por não ser assistida, provocaria a morte do paciente.
Aqueles que sustentam a validade e necessidade de respeitar um testamento vital consideram que a eutanásia passiva não é mais que deixar que a natureza aja no que a medicina não pode remediar.
Temos que ver o que acontece no futuro, uma vez que as leis que contornam esta possibilidade são tão complexas e controversas, que na prática ficamos na mesma.
Uma coisa é dizer, em momentos de desespero, que se deseja a morte, e isto é um sentimento humano. Outra coisa é decidir morrer.
O juramento de Hipócrates faz com que os médicos apliquem todos os recursos disponíveis para salvar vidas, e nunca para antecipar a morte.” A Igreja repudia a eutanásia, “Somente Deus tem o direito de dar ou tirar a vida”.
Num país como Portugal em que o falecimento está cada vez mais presente, as práticas antigas vão-se perdendo a olhos vistos. Os familiares afastam-se, as crianças não sabem o que é, os processos de luto são cada vez menos vividos e morre-se mais nos hospitais e nas instituições.
Penso que a ciência não pode parar, até porque o planeta, devido a tantas transformações que já sofreu, terá sempre encontrar novas formas de sobrevivência.

STC6

Casas Transmontanas

Aquecimento Global

Modelos de urbanismo e mobilidade

Área de Competência: Base_STC_&


• Associa conceitos de construção e arquitectura integração e à melhoria do bem-estar individual.

• Promove a qualidade de vida atravé3s da harmonia territorial em modelos de desenvolvimento rural ou urbano.


• Compreende os diferentes papéis de das instituições que trabalham no âmbito da administração, segurança e território.


• Reconhece as diferentes formas de mobilidade territorial (do local ao global), bem como a sua evolução.

O que aprendi
“As tradições já não são o que eram.” Esta expressão tem o seu porquê de verdade. As tradições retratam-nos o passado, trazendo até nós as vivências, costumes e valores de uma determinada época. Mas será importante preservar esta e aquela tradição, este e aquele monumento que tanto nos conta, tanto nos ilustram o passado? Na minha opinião parece crucial não deixar morrer estes testemunhos históricos. Obviamente que muitas destas tradições sofreram já algumas alterações naturais do tempo, pois nada é eterno. Vila Nova entre muitas outras aldeias está situada na província da Beira Alta. As habitações eram essencialmente construídas em granito e madeira. Muitas foram reconstruídas ou restauradas por se encontrarem num estado de degradação já avançado, outras foram modernizadas e outras ainda foram construídas de raiz. Eram casas relativamente grandes, com pequenos mas vários compartimentos, pois as famílias eram numerosas. Já a cozinha era o compartimento maior, para que a família se pudesse juntar as refeições. A grande lareira servia para aquecer a casa e fazer a comida nas panelas de ferro fundido. As janelas, todas em madeira com vidro fino, as paredes interiores eram revestidas de cal construídas com uma espécie de barro e ripas de madeira, e o soalho também em madeira. Não havia electricidade nem água canalizada, por isso, toda a água que necessitavam provinha das fontes da aldeia, fontes estas que também feitas em pedra e jorravam a água mais aveludada que já se bebeu. E porque a agricultura é uma actividade a que muitos se dedicaram, não é de estranhar que o rés-do-chão das casas fosse o compartimento dos animais, tradição de toda a Beira Alta. Recordo-me de ver o rés-do-chão da casa dos meus avós, ocupados com bois, coelhos, ovelhas entre outros.
Existe já, ainda que em número reduzido, quem restaure mantendo toda a composição (pedra,..) apenas substituindo o que está degradado por materiais idênticos realçando pouco o que foi feito de novo.
Desde então observaram-se muitas mudanças na Arquitectura, a organização e utilização do espaço têm agora outras funcionalidades, substituindo quartos por escritórios ou salas de lazer. A partir de Janeiro de 2009, os sistemas de climatização passaram a constar obrigatoriamente nos projectos das novas habitações e também daquelas que forem reconstruídas. Estas novas tecnologias aplicadas à habitação permitem uma eficiente gestão dos consumos de energia maximizando as condições de segurança e conforto dos seus moradores.
Economizar energia, é dos principais motivos que levaram à mudança. As novas tecnologias de informação aplicadas ao controlo e gestão dos sistemas de comunicação, iluminação, climatização, controlo de acessos (idosos, deficientes motores), detecção de incêndios e intrusão, criaram um novo conceito, o de casas inteligentes.
Hoje, são utilizados materiais e tecnologias adequadas em todos os sistemas

No ano em que a minha casa foi construída, não existiam requisitos térmicos nas construções e não eram observados os princípios da utilização racional da energia.
Durante algum tempo, as janelas foram de fraca resistência térmica, além de serem de vidro simples, eram mal isoladas. O sistema de fecho não impedia a circulação do ar, desperdiçando assim uma boa percentagem do calor.
Actualmente as janelas são de vidro duplo e estão devidamente calafetadas, pois o correcto isolamento da casa é fundamental para que o rendimento do sistema de aquecimento seja eficiente.
Além de que as janelas e portas de qualidade são um elemento essencial na utilização racional da energia. Pois a energia é um bem cada vez mais precioso e o seu preço aumenta de ano para ano.
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É uma moradia unifamiliar, foi construída no ano de 1992 pelo meu pai, pelos meus irmãos e claro, também dei uma ajuda.
Tem uma área total de 2.100 m2, sendo 250 m2 de área coberta e 1.850 m2 de área descoberta.
Foi construída com blocos de cimento, vigas de aço, isolamento térmico de esferovite. No rés-do-chão direito, onde actualmente estou a morar, tem dois quartos, uma casa de banho, uma sala e cozinha ampla. Foi construída mais recentemente, em 2001, sendo os materiais de isolamento térmico diferentes daqueles que foram utilizados no primeiro andar, por este ter sido construído há muito tempo atrás.
A função do isolamento é a de manter o conforto térmico no interior da casa, não deixa escapar a temperatura atingida no interior da habitação, e por outro lado impede que a temperatura exterior penetre no interior protegendo o edifício.
O isolamento térmico das paredes foi feito com placas Wallmate, são placas de isolamento térmico para paredes com caixa-de-ar. É uma placa rígida de espuma de poliestireno e apresenta-se em placas rígidas de cor azul e forma rectangular. Estas placas proporcionam um isolamento térmico extremamente eficaz e duradouro.
Para o isolamento do tecto, foi aplicado cortiça, pois tem a vantagem de ser fácil a sua aplicação, este material veio trazer os resultados que eu desejava, pois impede que o ruído passe de um espaço para o outro.
A canalização em pex e aço inoxidável no sistema de aquecimento que utilizo, que são radiadores que através de uma caldeira aquecem a casa e também produz água quente.
Normalmente, estes equipamentos oferecem pelo menos três níveis de potência, para adequar às necessidades energéticas de cada altura, normalmente utilizo a maior potência para aquecer e depois uma potência mais baixa para manter a temperatura.
Mais recentemente estes equipamentos começaram a ter outras funcionalidades, que contribuem para um maior conforto e permitem funções adicionais, tais como toalheiros adaptáveis, que permitem secar toalhas sem pôr em risco o funcionamento do equipamento.
Para tornar a sala ainda mais aconchegante, decidi pintar de azul a parede onde está situada a lareira e as outras três paredes, pintei-as de amarelo muito claro, estimulando desta forma a sensação de conchego. Utilizei tintas antifúngicas, que evitam a humidade. No andar superior já efectuei algumas pequenas obras, como tinha três quartos pequenos que já não eram utilizados, tirei uma das paredes e liguei a casa de banho a esse mesmo quarto, assim ficou mais amplo e com casa de banho privativa.

O quintal que tenho em frente à casa, sempre serviu para cultivo de batatas, couves,
Feijões, etc., mesmo antes de a casa ter sido construída.





Actualmente, essas sementeiras são feitas num terreno um pouco mais abaixo e naquele lugar, construí um espaço de lazer. Semeei relva, fiz canteiros de flores e plantei árvores.
É neste espaço que costumamos fazer as actividades de lazer em família, tais como, jogar à bola, correr à apanhada, festas de aniversário. Costumamos também pôr uma piscina onde o meu filho e os amigos se divertem.
Tornei assim este espaço, um lugar atraente, seguro e confortável para toda a família e não só.
Todos temos direito a uma casa. Para a construirmos temos de ter em conta alguns factores importantes tais como; a zona onde vai ser construída, tem de ter segurança sísmica, condições de equilíbrio a que chamamos estática, que é a parte física que estuda corpos em equilíbrio ou seja: o terreno não pode ser flexível, tem de haver umas forças que anulem as outras, o corpo tem de estar em equilíbrio, de contrário a moradia pode ruir, vimos o exemplo de alguns prédios em Lisboa, e a ponte Entre-os-rios.

Para dar uma melhor qualidade de vida na sociedade, nos anos 90, o Estado criou bairros sociais onde foram inseridas várias famílias que viviam em barracas degradadas sem condições humanitárias. A preocupação é cada vez maior no que diz respeito ao conforto, tranquilidade e segurança das populações.
Depois da integração de Portugal na EU assistiu-se à entrada de imigrantes vindos dos PALOP, do Brasil e da Europa do Leste
O nosso País sempre se afirmou como um país de emigração, foi durante séculos um país onde a maior parte da sua população se viu forçada a emigrar para poder sobreviver, o que ainda continua a acontecer.
A sua evolução ficou mais forte ao término do século XIX e durante o terceiro quarto do século de XX. Razões económicas, entre outros, de natureza social, religiosa e política, são as principais causas da emigração portuguesa nos cinco continentes.
Hoje, são cerca de quatro milhões e oitocentos mil, os portugueses espalhados pelo mundo, são mesmo muita gente, gente das nossas famílias.
As migrações internacionais têm efeitos económicos consideráveis visto que uma parte importante das poupanças dos migrantes é transferida para os países de origem. Se a imigração for maior que a emigração diz-se que o saldo migratório foi negativo (pois saíram mais indivíduos do país do que entraram), se ocorrer o contrário, o saldo migratório foi positivo. O saldo migratório é utilizado para ajudar na caracterização da população de um determinado território.
Com as guerras civis, muitos dos emigrantes tiveram que retornar ao seu país de origem, trazendo com eles as suas famílias, havendo assim êxodos migratórios Muitos habitantes desses países também tiveram a necessidade de se refugiar. Os transportes que utilizavam era a navegação à vela que foi evoluindo e sendo substituída pelo vapor para travessias maiores. Estes acontecimentos originaram uma revolução nos transportes, dos barcos às locomotivas a vapor mais tarde os comboios e autocarros, e hoje em dia a maior parte da população viaja de avião, além de ser mais rápido já são mais em conta do que alguns anos atrás.
Também devido às diferenças económicas e culturais, os êxodos migratórios devem-se na maioria das vezes à falta de oportunidades principalmente nas zonas rurais. Nestas zonas, a indústria quase não existe, o que provoca a falta de emprego e como alternativa resta-lhes a agricultura, actividade com fraca remuneração. Neste caso leva a que as pessoas sejam “obrigadas” a imigrar.
Temos como exemplo o Ribatejo e Alentejo, terras de cultivo a perder de vista; milho, arroz, tomate, girassóis, como já tive a oportunidade de ver.
No entanto, a indústria é fraca e por isso os habitantes mais jovens optam por imigrar para os pólos de atracão, que são as grandes cidades do Litoral. Por sua vez, a desertificação do interior devido à falta de oportunidades, empregos, actividades que retenham os jovens nessas zonas, são chamados pólos de repulsão.
A emigração cresceu nos últimos anos, devido às condições económicas das famílias.
É particularmente triste quando vemos alguns amigos e família a afirmarem que já não conseguem viver no país onde nasceram e só conseguem prever um futuro melhor com o recurso à emigração.
Infelizmente em pleno século XXI, com todos os fundos europeus, é a única solução.
Também existem migrações animais, é realmente importante no que respeita a reprodução para a sobrevivência do ecossistema.
Eu tenho muito gosto em viver no campo a 7 km da cidade, digo isto porque já habitei durante 2 anos na cidade e não me agradou devido as condições ambientais, a poluição era o que mais me atormentava. O ruído constante dos automóveis gerava-me um grande stress no dia-a-dia. Neste âmbito, após pesquisa e estudo do tema, elaboramos alguns trabalhos. Assistimos a um workshop que tinha como tema “Alterações climáticas e Saúde Humana. Em aula de formação, vimos um filme sobre a poluição dos solos e suas consequências. Hoje, o maior desafio ambiental é o combate às alterações climáticas.
A utilização consciente e responsável de recursos naturais faz parte de uma ética que se impõe cada vez mais na nossa sociedade.
O aproveitamento do lixo urbano e industrial como fonte energética, para além de ser uma alternativa aos combustíveis fósseis, permite reduzir a contaminação dos solos, através do lançamento não controlado de produtos tóxicos, de detritos orgânicos, dos hidrocarbonetos existentes no petróleo e seus derivados, dos detritos industriais, dos produtos químicos domésticos e dos produtos de tratamento da agricultura.
A agricultura é o sector que mais polui os solos. Os Produtos contaminantes ao infiltrarem-se no solo vão poluir as águas subterrâneas, trazendo graves consequências para a saúde pública.
Recentemente, as instituições governamentais têm dada particular relevância aos métodos biológicos de descontaminação de solos. A tecnologia pode vir a ter um papel de grande importância na recuperação de áreas contaminadas pelas actividades industrial e urbana. O tratamento biológico do solo diminui os riscos para a saúde pública, bem como para o ecossistema e, ao contrário da incineração ou dos métodos químicos, não interfere nas propriedades naturais do solo.
Mas a luta continua, pois o mundo não pára para que nós possamos dar vazão a tanta poluição.
A educação está na base de grandes melhorias.

Sinto-me bastante satisfeita por morar numa bela e pitoresca aldeia. Rodeada de terrenos e robustos pinheiros, a aldeia é aconchegada parecendo até protegida por esta encantadora Natureza. Recentemente abriram novas estradas no periférico da aldeia dando acesso mais rápido à cidade de Viseu.
As soluções rodoviárias muitas vezes passam pela regulação de fluxos gráficos e recorrem muitas vezes a uma ferramenta matemática que são os grafos. Os sistemas de patrulha da PSP permitem estudos de optimização recorrendo a grafos,
E depois de representá-los correctamente podemos saber qual o caminho mais curto entre duas cidades num mapa; dadas as coordenadas das cidades podem-se construir estradas de modo é que o número de quilómetros seja o mínimo possível e que fiquem todas conectadas.
Relativamente a este assunto elaboramos alguns exercícios em aula que tenho em anexo.
O desenvolvimento da rede rodoviária fez com que a com a densidade populacional ampliasse. Cada vez mais a população tem preferência em viver no campo onde há mais tranquilidade pois os acessos são cada vez mais.
Para viajarmos é importante que haja vigilância, sinalização e segurança rodoviária nas estradas, todo o cuidado é pouco. Tivemos a oportunidade de nos deslocar à PSP de Viseu onde fomos recebidos pelo Sr. Comissário Moita. Ficámos a conhecer como a Brigada de Trânsito opera nas estradas, em relação à velocidade utilizam o radar com o efeito Doppler.
Nas estradas Portuguesas já morreram milhares de pessoas e outras ficaram gravemente feridas para toda a vida. A brutalidade dos acontecimentos foi a forma encontrada pela Polícia para chocar os condutores mais novos e alertar os condutores para as consequências do uso do telemóvel. Toda a gente sabe que é proibido usar o telemóvel ao volante sem kit mãos livres, e no entanto, seja na cidade, seja na auto-estrada, é só contemplar a quantidade de condutores encostado ao vidro. Por cada mensagem que se escreve os olhos desviam-se da estrada em média seis segundos.
Portanto, até agora as multas e coimas de nada serviram.

Vila Nova é a minha terra, pertencendo à freguesia do Campo. A aldeia situa-se no sopé oeste do Monte de Santa Luzia, sensivelmente seis km da cidade de Viseu. A densidade populacional é deÁrea: 507,20 km²; População: 100.167 hab. (2008); Densidade; populacional: 195 hab./km²; Número de freguesias: 34; Fundação do município (ou foral): 1123 (foral); Região: Centro; Sub-região: Dão-Lafões; Distrito: Viseu; Antiga província: Beira Alta
“Segundo um estudo da DECO de 2007, Viseu é a 17ª melhor cidade europeia, entre as 76 do estudo, sendo ainda a melhor das 18 cidades capitais de distrito portuguesas com melhor qualidade de vida, quando inquiridas as populações destas cidades.”