Tuesday, 10 July 2018
Wednesday, 16 May 2018
Friday, 6 April 2018
Tuesday, 20 April 2010
Monday, 30 November 2009
Monday, 23 November 2009
Wednesday, 11 November 2009
Deontologia e princípios éticos
Os Dez Mandamentos:
1. Fazer o bem
2. Agir com moderação
3. Saber escolher
4. Praticar as virtudes
5. Viver a justiça
6. Valer-se da razão
7. Valer-se do coração
8. Ser amigo
9. Cultivar o amor
10. Ser feliz
Descrição da UFCD: CP_5
• Princípios fundamentais da ética.
• Códigos de ética e padrões deontológicos.
• Ética e desenvolvimento industrial.
• Comunidade Global.
No primórdio, a terra vivia em harmonia, as águas eram limpas, o ar era puro e a Natureza estava pura. Com o tempo surgiu o homem que possuía uma inteligência muito maior que os outros animais, a sua inteligência levou-o a fazer invenções incríveis, mas ao mesmo tempo que ele evolui-a, começou a ferir a natureza. As águas não possuem a mesma limpeza, o ar carrega pequenas partículas de gases poluentes e a floresta diminuiu cada vez mais.
A modernização foi evoluindo ao passo que o homem facilitava a sua vida. Mas a poluição trouxe graves consequências, com os efeitos negativos de estufa aumentou o aquecimento global.
O ser humano destrói cada vez mais a terra, onde nossos filhos e futuros descendentes irão viver. A falta de ética é constante! Por isso é necessária a consciencialização, só temos um planeta e está cada vez mais doente e a precisar de ajuda, é imperioso que a população faça algo, pois ainda pode haver tempo de salvar o nosso planeta.
Existem duas teorias da ética, a da convicção ou, ética dos deveres da conformidade e da virtude que se justifica pelo respeito às normas e aos valores. E a da responsabilidade ou, dos resultados do cálculo racional e dos riscos que se justifica pela bondade dos fins e pela conquista do bem para o maior numero de pessoas.
A globalização é uma transformação do mundo que conhecemos, mas é também um estado de transição que rompe com as nossas formas de conhecer o mundo em que vivemos.
Independentemente do lugar onde vivemos ou de quem somos, quando se liga o ecrã do nosso televisor ou do nosso computador, vemo-nos mergulhados no mundo da comunicação global, estamos mais próximos de todos. Em contrapartida, vemos a África e outros países subdesenvolvidos a viverem numa miséria profunda, e o Países mais desenvolvidos em vez de ajudar com todas as forças que possuem, aproveita-se do facto da inocência e da alfabetização desse povo para fazerem o que querem. Experiências de medicamentos, tráfico de mulheres e crianças, guerras internas. É este o dia-a-dia daquelas pessoas que vivem na incerteza se vão ter o que comer. Vivemos num Mundo de profundos contrastes, num Mundo capaz de deixar os mais necessitados à mercê da própria sorte, pois pouco se faz para mudar essa realidade. Mesmo diante da situação caótica e do crescente sentimento de individualismo que impera, não podemos desistir de contribuir com a nossa ajuda, para aliviar o sofrimento daqueles necessitados.
Na minha opinião, para que possamos medir correctamente o progresso global, é preciso que comecemos por avaliar como lidam as nações em vias de globalização com a diferença, ou seja, com os problemas da diversidade cultural e da redistribuição, bem como os direitos e as representações das minorias. Se todo o dinheiro que é gasto nas guerras, e o grande património das igrejas fosse utilizado para acabar com a pobreza e para encontrar soluções para os problemas ambientais, o nosso planeta seria um lugar maravilhoso. Todos falam na ética e na moral, mas a verdade é que muitos não sabem o seu significado.
A ética prevalece sobre tudo, ser astuto na competição, lutar contra tudo e todos no mundo da competição, mas, sempre com ética e dignidade. O que devemos pensar sempre é fazer o que gostaríamos que fizessem a nós, pois a humildade é uma porta aberta para o autoconhecimento e é a partir dai que conseguimos desenvolver outros valores como a ética profissional. Motivação, interesse, credibilidade Recusa da informação contrária, comunicar e ouvir, ou seja, devemos ter um comportamento público e profissional adequado à dignidade e responsabilidade da função que exercemos, cumprindo pontual e escrupulosamente os deveres que nos são confiados. Manter sempre em quaisquer circunstâncias a nossa independência, devendo agir livre de qualquer pressão ou influências exteriores. A maioria das profissões tem o seu próprio código de ética e deontológico profissional.
É impossível ser ético sem ser humilde, porque a ética pressupõe que nós nos preocupemos com os outros. Como tal, todos os valores são fundamentais, como o carácter e a moral.
A unidade familiar desempenha um papel crítico na sociedade, no ensinamento desta geração e da que há-de vir, pois é na educação dos nossos filhos que se revelam as nossas virtudes. Acreditar que basta ter um filho para ser pai é tão absurdo quanto acreditar que basta ter instrumentos para ser músico, pois a educação é a base de tudo o somos e a ética vem definir o bem e o mal moral, procurando determinar princípios éticos e normas éticas. Nós vivemos numa sociedade que dá muito valor ao status, medem o valor de alguém pelas roupas ou pelos bens que possui. O verdadeiro valor é o seu carácter, as suas ideias e a nobreza dos seus ideais. A ética na família relaciona-se com o interesse em prol da família. E o que é uma família se não o mais admirável dos governos, a paz, a harmonia é esta a verdadeira riqueza de uma família.
Os valores éticos e morais familiares variam de acordo com cada sociedade. Por exemplo, nos Países Árabes por regra social têm mais que uma mulher. Também os Esquimós têm como regra, oferecer a esposa para passar a noite com o visitante. No Islão casam as meninas com idades entre os 10 e os 12 anos, com adultos de 20 a 30 anos. Estas regras éticas não são validas na nossa sociedade, pelo contrário, nem sequer são permitidas. No entanto a nossa sociedade não está isenta de problemas intoleráveis e repugnantes, tais como, violações, maus tratos, entre outros.
“Somos o que fazemos e não o que dizemos.”
A doutrina é uma forma de ensinamento de valores e princípios que derivam da ética e que servem de base a um sistema religioso, político, filosófico, militar, pedagógico, entre outros.
As doutrinas podem ser ensinadas de várias maneiras, na catequese, o sermão nas missas, a opinião de autores, bem como textos de obras escritas que orientam determinadas formas de acção. A expressão Doutrina Truman designa um conjunto de práticas do governo dos Estados Unidos da América, em escala mundial à época da chamada Guerra Fria, que buscava conter a expansão do comunismo junto dos ” elos frágeis” do sistema capitalista. O termo deontologia surge das palavras gregas “déon, déontos” que significa dever e “lógos” que se traduz por discurso ou tratado.
Assim, a deontologia é uma disciplina da ética especialmente adaptada ao exercício de uma profissão. Assim, cada profissional está sujeito a uma deontologia própria a regular o exercício da sua profissão, conforme o código de ética da sua categoria. São, então normas estabelecidas pelos próprios profissionais tendo em vista a correcção das suas intenções e acções, em relação a direitos, deveres ou princípios nas relações entre a profissão e a sociedade. Educar um homem é, sobretudo, ensina-lo a usar bem da liberdade, a usar da liberdade como é próprio do homem. A moral é a arte de usar bem a liberdade.
A consciência é uma Qualidade psíquica, um atributo da mente ou do pensamento humano, no qual existem barreiras que são:
Ideias preconcebidas; Significados personalizados; Na conduta profissional os valores válidos em todo o mundo são: confiança, honestidade, competência, estes mostram a maneira que o homem se comporta no seu quotidiano.
Assim, o profissional deve conhecer as normas da comunidade e estar familiarizado com os costumes da mesma, discutindo e muitas vezes negociando alternativas que sejam sustentáveis tanto para o seu projecto como para a comunidade.
Em 1948 a Assembleia Geral das Nações Unidas adoptou a Declaração Universal dos Direitos Humanos que engloba os direitos e liberdade que a Organização das Nações Unidas (ONU) considera que devam ser os objectivos de todas as nações. Todo o mundo fala da liberdade, mas, ainda que a palavra seja una, o conteúdo não é o mesmo para todos. Há palavras que se sabem, e outras que se aprendem. Ao longo da vida, o significado da liberdade vai mudando e nós vamos conciliando o seu significado a base da nossa própria carência. Porque liberdade é uma palavra existencial. Ainda que possa parecer o contrário. Não tem essência, mas sim vivência.
Situamo-nos no limiar entre a civilização e a incultura, entre a guerra e o progresso, temos de observar com coragem e honestidade as diversas paisagens do mundo contemporâneo que é o nosso para podermos prosseguir caminho. Não podemos perder nunca a grandiosa capacidade humana de manter a esperança a todo o custo, ainda que os ventos de mudança soprem com violência contra a porta da História e contra a nossa morada humana.
1. Fazer o bem
2. Agir com moderação
3. Saber escolher
4. Praticar as virtudes
5. Viver a justiça
6. Valer-se da razão
7. Valer-se do coração
8. Ser amigo
9. Cultivar o amor
10. Ser feliz
Descrição da UFCD: CP_5
• Princípios fundamentais da ética.
• Códigos de ética e padrões deontológicos.
• Ética e desenvolvimento industrial.
• Comunidade Global.
No primórdio, a terra vivia em harmonia, as águas eram limpas, o ar era puro e a Natureza estava pura. Com o tempo surgiu o homem que possuía uma inteligência muito maior que os outros animais, a sua inteligência levou-o a fazer invenções incríveis, mas ao mesmo tempo que ele evolui-a, começou a ferir a natureza. As águas não possuem a mesma limpeza, o ar carrega pequenas partículas de gases poluentes e a floresta diminuiu cada vez mais.
A modernização foi evoluindo ao passo que o homem facilitava a sua vida. Mas a poluição trouxe graves consequências, com os efeitos negativos de estufa aumentou o aquecimento global.
O ser humano destrói cada vez mais a terra, onde nossos filhos e futuros descendentes irão viver. A falta de ética é constante! Por isso é necessária a consciencialização, só temos um planeta e está cada vez mais doente e a precisar de ajuda, é imperioso que a população faça algo, pois ainda pode haver tempo de salvar o nosso planeta.
Existem duas teorias da ética, a da convicção ou, ética dos deveres da conformidade e da virtude que se justifica pelo respeito às normas e aos valores. E a da responsabilidade ou, dos resultados do cálculo racional e dos riscos que se justifica pela bondade dos fins e pela conquista do bem para o maior numero de pessoas.
A globalização é uma transformação do mundo que conhecemos, mas é também um estado de transição que rompe com as nossas formas de conhecer o mundo em que vivemos.
Independentemente do lugar onde vivemos ou de quem somos, quando se liga o ecrã do nosso televisor ou do nosso computador, vemo-nos mergulhados no mundo da comunicação global, estamos mais próximos de todos. Em contrapartida, vemos a África e outros países subdesenvolvidos a viverem numa miséria profunda, e o Países mais desenvolvidos em vez de ajudar com todas as forças que possuem, aproveita-se do facto da inocência e da alfabetização desse povo para fazerem o que querem. Experiências de medicamentos, tráfico de mulheres e crianças, guerras internas. É este o dia-a-dia daquelas pessoas que vivem na incerteza se vão ter o que comer. Vivemos num Mundo de profundos contrastes, num Mundo capaz de deixar os mais necessitados à mercê da própria sorte, pois pouco se faz para mudar essa realidade. Mesmo diante da situação caótica e do crescente sentimento de individualismo que impera, não podemos desistir de contribuir com a nossa ajuda, para aliviar o sofrimento daqueles necessitados.
Na minha opinião, para que possamos medir correctamente o progresso global, é preciso que comecemos por avaliar como lidam as nações em vias de globalização com a diferença, ou seja, com os problemas da diversidade cultural e da redistribuição, bem como os direitos e as representações das minorias. Se todo o dinheiro que é gasto nas guerras, e o grande património das igrejas fosse utilizado para acabar com a pobreza e para encontrar soluções para os problemas ambientais, o nosso planeta seria um lugar maravilhoso. Todos falam na ética e na moral, mas a verdade é que muitos não sabem o seu significado.
A ética prevalece sobre tudo, ser astuto na competição, lutar contra tudo e todos no mundo da competição, mas, sempre com ética e dignidade. O que devemos pensar sempre é fazer o que gostaríamos que fizessem a nós, pois a humildade é uma porta aberta para o autoconhecimento e é a partir dai que conseguimos desenvolver outros valores como a ética profissional. Motivação, interesse, credibilidade Recusa da informação contrária, comunicar e ouvir, ou seja, devemos ter um comportamento público e profissional adequado à dignidade e responsabilidade da função que exercemos, cumprindo pontual e escrupulosamente os deveres que nos são confiados. Manter sempre em quaisquer circunstâncias a nossa independência, devendo agir livre de qualquer pressão ou influências exteriores. A maioria das profissões tem o seu próprio código de ética e deontológico profissional.
É impossível ser ético sem ser humilde, porque a ética pressupõe que nós nos preocupemos com os outros. Como tal, todos os valores são fundamentais, como o carácter e a moral.
A unidade familiar desempenha um papel crítico na sociedade, no ensinamento desta geração e da que há-de vir, pois é na educação dos nossos filhos que se revelam as nossas virtudes. Acreditar que basta ter um filho para ser pai é tão absurdo quanto acreditar que basta ter instrumentos para ser músico, pois a educação é a base de tudo o somos e a ética vem definir o bem e o mal moral, procurando determinar princípios éticos e normas éticas. Nós vivemos numa sociedade que dá muito valor ao status, medem o valor de alguém pelas roupas ou pelos bens que possui. O verdadeiro valor é o seu carácter, as suas ideias e a nobreza dos seus ideais. A ética na família relaciona-se com o interesse em prol da família. E o que é uma família se não o mais admirável dos governos, a paz, a harmonia é esta a verdadeira riqueza de uma família.
Os valores éticos e morais familiares variam de acordo com cada sociedade. Por exemplo, nos Países Árabes por regra social têm mais que uma mulher. Também os Esquimós têm como regra, oferecer a esposa para passar a noite com o visitante. No Islão casam as meninas com idades entre os 10 e os 12 anos, com adultos de 20 a 30 anos. Estas regras éticas não são validas na nossa sociedade, pelo contrário, nem sequer são permitidas. No entanto a nossa sociedade não está isenta de problemas intoleráveis e repugnantes, tais como, violações, maus tratos, entre outros.
“Somos o que fazemos e não o que dizemos.”
A doutrina é uma forma de ensinamento de valores e princípios que derivam da ética e que servem de base a um sistema religioso, político, filosófico, militar, pedagógico, entre outros.
As doutrinas podem ser ensinadas de várias maneiras, na catequese, o sermão nas missas, a opinião de autores, bem como textos de obras escritas que orientam determinadas formas de acção. A expressão Doutrina Truman designa um conjunto de práticas do governo dos Estados Unidos da América, em escala mundial à época da chamada Guerra Fria, que buscava conter a expansão do comunismo junto dos ” elos frágeis” do sistema capitalista. O termo deontologia surge das palavras gregas “déon, déontos” que significa dever e “lógos” que se traduz por discurso ou tratado.
Assim, a deontologia é uma disciplina da ética especialmente adaptada ao exercício de uma profissão. Assim, cada profissional está sujeito a uma deontologia própria a regular o exercício da sua profissão, conforme o código de ética da sua categoria. São, então normas estabelecidas pelos próprios profissionais tendo em vista a correcção das suas intenções e acções, em relação a direitos, deveres ou princípios nas relações entre a profissão e a sociedade. Educar um homem é, sobretudo, ensina-lo a usar bem da liberdade, a usar da liberdade como é próprio do homem. A moral é a arte de usar bem a liberdade.
A consciência é uma Qualidade psíquica, um atributo da mente ou do pensamento humano, no qual existem barreiras que são:
Ideias preconcebidas; Significados personalizados; Na conduta profissional os valores válidos em todo o mundo são: confiança, honestidade, competência, estes mostram a maneira que o homem se comporta no seu quotidiano.
Assim, o profissional deve conhecer as normas da comunidade e estar familiarizado com os costumes da mesma, discutindo e muitas vezes negociando alternativas que sejam sustentáveis tanto para o seu projecto como para a comunidade.
Em 1948 a Assembleia Geral das Nações Unidas adoptou a Declaração Universal dos Direitos Humanos que engloba os direitos e liberdade que a Organização das Nações Unidas (ONU) considera que devam ser os objectivos de todas as nações. Todo o mundo fala da liberdade, mas, ainda que a palavra seja una, o conteúdo não é o mesmo para todos. Há palavras que se sabem, e outras que se aprendem. Ao longo da vida, o significado da liberdade vai mudando e nós vamos conciliando o seu significado a base da nossa própria carência. Porque liberdade é uma palavra existencial. Ainda que possa parecer o contrário. Não tem essência, mas sim vivência.
Situamo-nos no limiar entre a civilização e a incultura, entre a guerra e o progresso, temos de observar com coragem e honestidade as diversas paisagens do mundo contemporâneo que é o nosso para podermos prosseguir caminho. Não podemos perder nunca a grandiosa capacidade humana de manter a esperança a todo o custo, ainda que os ventos de mudança soprem com violência contra a porta da História e contra a nossa morada humana.
Processos Identitários
Área de Competência: Base
Descrição da UFCD: CP4
• Assume condutas adequadas às instituições e aos princípios de lealdade comunitária.
• Integra o colectivo profissional com noção de pertença e lealdade.
• Valoriza a interdependência e a solidariedade enquanto elementos geradores de um património comum da humanidade.
Neste módulo aprendi um pouco de tudo o que diz respeito á identidade do ser humano, foi um módulo em que vivenciamos episódios do dia-a-dia e que serviu para sabermos dar soluções a problemas diários.
É no progresso, na solidariedade da sociedade que a humanidade encontra os mais sólidos, mais generosos e mais humanos dos seus valores éticos. Para se poder viver em sociedade, há que ter um código de ética e moral, ou seja, normas que regem a nossa sociedade prevendo também que quando esses valores não são cumpridos haja uma punição exemplar de acordo com toda a sociedade. Uma sociedade é formada pela família, pelo próximo, pelo amigo, pelo vizinho, pelo colega profissional, todos pertencemos a uma sociedade, que embora diferentes, há determinados valores que devemos ter em conta. Os valores éticos, culturais e até mesmo religiosos são iguais em qualquer parte do mundo.
Se conseguimos respeitar o nosso semelhante, quer particular quer profissionalmente, se conseguirmos ser leais com o nosso próximo e com os nossos princípios, conseguimos viver em harmonia.
Tudo o que acontece no mundo, seja no meu pais, na minha cidade, no meu bairro, na minha escola ou no meu trabalho acontece comigo, portanto eu preciso de participar das decisões que interferem na minha vida. “Todos temos os mesmos direitos e deveres, porque não lutamos todos pelo mesmo?”
Aplicando a minha experiência em contexto profissional, tratei sempre de igual modo todas as pessoas, fossem elas de que etnias fossem e procurava saber se precisavam de ajuda quer profissional quer intelectual.
Quando trabalhei no Centro Paroquial do Campo, tive a oportunidade de conviver com os mais idosos, com as crianças em tempo escolar e com os bebes. Foi uma das experiências mais gratificantes a nível intelectual que já vivi. No início, quando lidava com os idosos, foi um pouco chocante ver como muitos deles se sentiam sós. E o facto de lhe ter de por o babete e dar de comer a boca, dava-me uma enorme vontade de chorar, muitas vezes tive de esconder as lágrimas. Aquele sentimento que vinha de dentro de mim era de uma grande ternura e carinho, sentia que precisavam de mim a todo momento, a todo instante, eram os meus bebes! Com o passar dos dias, sentia-me cada vez mais forte para os ajudar com tudo o que tivesse ao meu alcance. Considero que envelhecer, é muitas vezes um processo delicado e doloroso, e portanto, para mim, todos são iguais.
No entanto, no que dizem respeito à igualdade, os princípios revolucionários mantêm-se distantes no horizonte. Mesmo sem garantias definitivas da sua realização, o desejo cumpre seu papel, educar para despertar a consciência dos homens de boa vontade e assim, o conteúdo imaginário do momento presente poderá ser concretizado amanhã.
O homem deseja mais ser livre do que escravo, mas também prefere mandar a obedecer. O homem ama a igualdade, mas ama também a hierarquia quando está situado em seus graus mais elevados.
O homem ama alguém do mesmo sexo, é considerado um Ser diferente.
Existem maneiras práticas e eficientes de defender os direitos iguais para todos, antes de tudo, por meio de atitudes pessoais, no dia-a-dia, com as pessoas com quem se convive: tratando a todos com respeito, sem se importar com a cor, a idade, a aparência, a condição social e sexual, a religião e muitos outros preconceitos. Pois por vezes a sociedade, tem preconceitos que nem percebe.
Em relação à homossexualidade, as pessoas têm o direito de dizerem o que pensam, desde que isso não desrespeite ninguém! Não é fácil descobrir que é “diferente” do resto do mundo, pois o mundo não está preparado para pessoas diferentes. Quando se descobre que se ama outro ser, mas infelizmente não é o ser humano que os pais idealizaram, a dor é enorme, pois terá que escolher entre a felicidade dos pais e a sua própria felicidade. Ou então, vive escondido e frustrado. E quando é descoberto, é humilhado, negado e escorraçado.
Tenho um grande amigo de infância, e desde que ele se assumiu perante a sociedade ser homossexual, a vida dele transformou-se num caos. Até eu que o acompanhava, era criticada.
Foi nessa altura que se apercebeu que estava praticamente sozinho no mundo, sem saber porque teria de ser assim. Muitas vezes expressava a sua dor comigo e dizia; “Será que amar vai ser sempre assim tão mau! Eu sou uma aberração? O nosso modo de amar é diferente! Mas é amor! somos iguais a ti. Não existe respeito! ”
Homofobia mata. Existem pessoas que são agredidas todos os dias, são alvos de piadas e de bisbilhotice. Por dia, dois homossexuais são assassinados no mundo, jovens são enforcados no Irão, alegaram que é crime a opção sexual deles, e eu pergunto-me; O crime é deles?! Essas pessoas tinham pai, mãe, irmãos, avós, uma família e amigos. Opção é quando alguém te dá o direito de escolha, e ninguém perguntou se eles queriam ser alvo de tudo isso.
Na minha opinião, a reacção homofóbica provém da ignorância que faz com que muitos imaginem que a homossexualidade seja uma escolha livre e inconsciente, ou que se pega através de sedução ou imitação herege.
A lagarta quando fica no casulo, ninguém dá muita importância, poucos a observam, mas quando se transforma em borboleta todos a admiram. As pessoas que ficam enclausuradas nas suas residências ou instituições, são conhecidas por poucas pessoas, mas as que voam para outras áreas, fazem com que os outros as observem e comessem, também a reconhecê-las como parte deste mundo.
A cidadania é um direito a ter direitos, pois a igualdade em dignidade e direitos dos seres humanos, não é um dado, é um traçado de convivência colectiva que requer o acesso ao espaço público que permite a construção de um mundo comum através do processo de afirmação dos direitos humanos.
A sociedade portuguesa conheceu, após o 25 de Abril de 1974, alterações de grande importância, em contraste com o forte imobilismo social das décadas precedentes.
As mulheres alargaram o seu espaço profissional, a escolaridade aumentou, e a mobilidade social é notória, as condições de vida melhoraram, assumiram-se direitos inquestionáveis, os sectores de actividade adquiriram outra face a relação activos/reformados, para não falar em equipamentos individuais; os electrodomésticos, telefones, e colectivos; hospitais, escolas, centros de saúde, esgotos, rede pública de abastecimento de água, entre muitos outros disponíveis.
O novo recenseamento eleitoral abrangeu mais de seis milhões de eleitores e durante o Estado Novo o número mais alto foi de um milhão e oitocentos mil em 1973, o que constituiu um êxito para a democracia.
Até os dias de hoje, os sinais resultantes na caminhada da conquista efectiva desses direitos, a emigração, migração, aparecimento das sociedades, o estatuto das mulheres nas sociedades é de progresso, apesar de que em alguns países menos desenvolvidos, as mulheres ainda sofrem muitas lutas pelos direitos dos trabalhadores.
A identidade nacional, por exemplo, estabelece laços de pertença por proximidade geográfica, linguística e cultural entre indivíduos, mesmo geograficamente distantes, e comunidades locais que se representam como integrados numa grande sociedade.
O tema identidade e patrimónios culturais remete-nos para a questão da relatividade cultural. Hoje, mais do que nunca, a questão da relatividade cultural tem-se como uma forma de enriquecimento pessoal. Nas agências de viagens, afluem os turistas que procuram conhecer o melhor que cada país pode oferecer. A gastronomia, música, arquitectura, as lendas, as danças e os trajes regionais, as paisagens são um ponto de passagem obrigatório para cada turista. É por isso que a preservação do património cultural tem-se constituído como uma prioridade absoluta, já que permite uma forte fonte de ingressos para cada país assim como a manutenção da identidade nacional.
São de louvar todas as políticas, nacionais e internacionais, que visam preservar o património cultural da humanidade. A Agenda 21 é um processo inovador e especial porque, existe um mandato acordado pelas Nações Unidas e são já muitos os exemplos de autoridades locais em todo o Mundo que a estão a implementar. Reconhece o papel chave das autoridades locais na promoção da sustentabilidade ao nível local. Envolve uma responsabilidade global, não só através da redução dos impactos ambientais directos e indirectos, mas também da partilha de experiências com este fim. Apela à participação de todos os sectores da comunidade local. Integra a componente ambiental, social, económica e cultural, com o objectivo último de melhorar a qualidade de vida dos habitantes, baseando-se nos princípios do desenvolvimento sustentado. É mais do que um “plano verde”.
Quando não estamos no nosso País é que nos apercebemos de determinadas coisas que, provavelmente, no nosso quotidiano não atribuímos qualquer valor. O património não é só os nossos Monumentos, Mosteiros, Conventos, Castelos, entre outros. O património que nos identifica como Portugueses é as nossas Língua, que através das conquistas espalhamos pelos quatro cantos do Mundo. O Português é a língua oficial em nove Países, sendo ainda falado em três Estados da Índia, em Macau e em Timor. O fenómeno imigração já vem da época das conquistas, em que partimos por aventura, porque éramos obrigados ou porque necessitávamos de trabalhar.
Todas as Nações que fomos conquistando, deixamos a nossa marca. A nossa Língua, os nossos costumes ou tradições, a nossa religião e a nossa arquitectura. Ao sermos emigrantes servimos o nosso País em todas as frentes, mantemos e divulgamos o nosso Património, contribuímos para as relações comerciais intercontinentais e ajudamos a economia Portuguesa.
Apesar de sermos um País relativamente pequeno, conseguimos dar bastante impacto no que diz respeito ao desporto, não só no futebol mas também nos Jogos Olímpicos. Os nossos jogadores continuam a elevar a bandeira ao mastro mais alto.
Relativamente à minha entidade, os aspectos que mais contribuíram para a construção da mesma são vários. Até ao momento do meu pai emigrar para a Suíça e a minha mãe ter de cuidar de oito filhos sendo o mais velho de 14 anos de idade, cedo me ensinaram que a vida nem sempre é o desejamos, antes ao contrário, ao desejarmos algo temos de lutar para obtê-lo. Com a ausência do meu pai, eu e meus irmãos estudamos até completarmos a escolaridade obrigatória, com 12 anos de idade emigrei para a França, um ano depois ingressei no mundo do trabalho. Tive variadíssimas experiências profissionais, desde comércio à hotelaria, Artes Gráficas à venda de publicidade, de Hotelaria a restauração, até ao convívio com os mais idosos. Esta diversidade foi muito importante para a construção da minha identidade. Motivada pelos aconselhamentos de todos os que me rodearam, aprendi o sentido da responsabilidade, do respeito e da oportunidade.
Todas as pessoas que passaram na minha vida deixaram um pouco delas em mim.
Descrição da UFCD: CP4
• Assume condutas adequadas às instituições e aos princípios de lealdade comunitária.
• Integra o colectivo profissional com noção de pertença e lealdade.
• Valoriza a interdependência e a solidariedade enquanto elementos geradores de um património comum da humanidade.
Neste módulo aprendi um pouco de tudo o que diz respeito á identidade do ser humano, foi um módulo em que vivenciamos episódios do dia-a-dia e que serviu para sabermos dar soluções a problemas diários.
É no progresso, na solidariedade da sociedade que a humanidade encontra os mais sólidos, mais generosos e mais humanos dos seus valores éticos. Para se poder viver em sociedade, há que ter um código de ética e moral, ou seja, normas que regem a nossa sociedade prevendo também que quando esses valores não são cumpridos haja uma punição exemplar de acordo com toda a sociedade. Uma sociedade é formada pela família, pelo próximo, pelo amigo, pelo vizinho, pelo colega profissional, todos pertencemos a uma sociedade, que embora diferentes, há determinados valores que devemos ter em conta. Os valores éticos, culturais e até mesmo religiosos são iguais em qualquer parte do mundo.
Se conseguimos respeitar o nosso semelhante, quer particular quer profissionalmente, se conseguirmos ser leais com o nosso próximo e com os nossos princípios, conseguimos viver em harmonia.
Tudo o que acontece no mundo, seja no meu pais, na minha cidade, no meu bairro, na minha escola ou no meu trabalho acontece comigo, portanto eu preciso de participar das decisões que interferem na minha vida. “Todos temos os mesmos direitos e deveres, porque não lutamos todos pelo mesmo?”
Aplicando a minha experiência em contexto profissional, tratei sempre de igual modo todas as pessoas, fossem elas de que etnias fossem e procurava saber se precisavam de ajuda quer profissional quer intelectual.
Quando trabalhei no Centro Paroquial do Campo, tive a oportunidade de conviver com os mais idosos, com as crianças em tempo escolar e com os bebes. Foi uma das experiências mais gratificantes a nível intelectual que já vivi. No início, quando lidava com os idosos, foi um pouco chocante ver como muitos deles se sentiam sós. E o facto de lhe ter de por o babete e dar de comer a boca, dava-me uma enorme vontade de chorar, muitas vezes tive de esconder as lágrimas. Aquele sentimento que vinha de dentro de mim era de uma grande ternura e carinho, sentia que precisavam de mim a todo momento, a todo instante, eram os meus bebes! Com o passar dos dias, sentia-me cada vez mais forte para os ajudar com tudo o que tivesse ao meu alcance. Considero que envelhecer, é muitas vezes um processo delicado e doloroso, e portanto, para mim, todos são iguais.
No entanto, no que dizem respeito à igualdade, os princípios revolucionários mantêm-se distantes no horizonte. Mesmo sem garantias definitivas da sua realização, o desejo cumpre seu papel, educar para despertar a consciência dos homens de boa vontade e assim, o conteúdo imaginário do momento presente poderá ser concretizado amanhã.
O homem deseja mais ser livre do que escravo, mas também prefere mandar a obedecer. O homem ama a igualdade, mas ama também a hierarquia quando está situado em seus graus mais elevados.
O homem ama alguém do mesmo sexo, é considerado um Ser diferente.
Existem maneiras práticas e eficientes de defender os direitos iguais para todos, antes de tudo, por meio de atitudes pessoais, no dia-a-dia, com as pessoas com quem se convive: tratando a todos com respeito, sem se importar com a cor, a idade, a aparência, a condição social e sexual, a religião e muitos outros preconceitos. Pois por vezes a sociedade, tem preconceitos que nem percebe.
Em relação à homossexualidade, as pessoas têm o direito de dizerem o que pensam, desde que isso não desrespeite ninguém! Não é fácil descobrir que é “diferente” do resto do mundo, pois o mundo não está preparado para pessoas diferentes. Quando se descobre que se ama outro ser, mas infelizmente não é o ser humano que os pais idealizaram, a dor é enorme, pois terá que escolher entre a felicidade dos pais e a sua própria felicidade. Ou então, vive escondido e frustrado. E quando é descoberto, é humilhado, negado e escorraçado.
Tenho um grande amigo de infância, e desde que ele se assumiu perante a sociedade ser homossexual, a vida dele transformou-se num caos. Até eu que o acompanhava, era criticada.
Foi nessa altura que se apercebeu que estava praticamente sozinho no mundo, sem saber porque teria de ser assim. Muitas vezes expressava a sua dor comigo e dizia; “Será que amar vai ser sempre assim tão mau! Eu sou uma aberração? O nosso modo de amar é diferente! Mas é amor! somos iguais a ti. Não existe respeito! ”
Homofobia mata. Existem pessoas que são agredidas todos os dias, são alvos de piadas e de bisbilhotice. Por dia, dois homossexuais são assassinados no mundo, jovens são enforcados no Irão, alegaram que é crime a opção sexual deles, e eu pergunto-me; O crime é deles?! Essas pessoas tinham pai, mãe, irmãos, avós, uma família e amigos. Opção é quando alguém te dá o direito de escolha, e ninguém perguntou se eles queriam ser alvo de tudo isso.
Na minha opinião, a reacção homofóbica provém da ignorância que faz com que muitos imaginem que a homossexualidade seja uma escolha livre e inconsciente, ou que se pega através de sedução ou imitação herege.
A lagarta quando fica no casulo, ninguém dá muita importância, poucos a observam, mas quando se transforma em borboleta todos a admiram. As pessoas que ficam enclausuradas nas suas residências ou instituições, são conhecidas por poucas pessoas, mas as que voam para outras áreas, fazem com que os outros as observem e comessem, também a reconhecê-las como parte deste mundo.
A cidadania é um direito a ter direitos, pois a igualdade em dignidade e direitos dos seres humanos, não é um dado, é um traçado de convivência colectiva que requer o acesso ao espaço público que permite a construção de um mundo comum através do processo de afirmação dos direitos humanos.
A sociedade portuguesa conheceu, após o 25 de Abril de 1974, alterações de grande importância, em contraste com o forte imobilismo social das décadas precedentes.
As mulheres alargaram o seu espaço profissional, a escolaridade aumentou, e a mobilidade social é notória, as condições de vida melhoraram, assumiram-se direitos inquestionáveis, os sectores de actividade adquiriram outra face a relação activos/reformados, para não falar em equipamentos individuais; os electrodomésticos, telefones, e colectivos; hospitais, escolas, centros de saúde, esgotos, rede pública de abastecimento de água, entre muitos outros disponíveis.
O novo recenseamento eleitoral abrangeu mais de seis milhões de eleitores e durante o Estado Novo o número mais alto foi de um milhão e oitocentos mil em 1973, o que constituiu um êxito para a democracia.
Até os dias de hoje, os sinais resultantes na caminhada da conquista efectiva desses direitos, a emigração, migração, aparecimento das sociedades, o estatuto das mulheres nas sociedades é de progresso, apesar de que em alguns países menos desenvolvidos, as mulheres ainda sofrem muitas lutas pelos direitos dos trabalhadores.
A identidade nacional, por exemplo, estabelece laços de pertença por proximidade geográfica, linguística e cultural entre indivíduos, mesmo geograficamente distantes, e comunidades locais que se representam como integrados numa grande sociedade.
O tema identidade e patrimónios culturais remete-nos para a questão da relatividade cultural. Hoje, mais do que nunca, a questão da relatividade cultural tem-se como uma forma de enriquecimento pessoal. Nas agências de viagens, afluem os turistas que procuram conhecer o melhor que cada país pode oferecer. A gastronomia, música, arquitectura, as lendas, as danças e os trajes regionais, as paisagens são um ponto de passagem obrigatório para cada turista. É por isso que a preservação do património cultural tem-se constituído como uma prioridade absoluta, já que permite uma forte fonte de ingressos para cada país assim como a manutenção da identidade nacional.
São de louvar todas as políticas, nacionais e internacionais, que visam preservar o património cultural da humanidade. A Agenda 21 é um processo inovador e especial porque, existe um mandato acordado pelas Nações Unidas e são já muitos os exemplos de autoridades locais em todo o Mundo que a estão a implementar. Reconhece o papel chave das autoridades locais na promoção da sustentabilidade ao nível local. Envolve uma responsabilidade global, não só através da redução dos impactos ambientais directos e indirectos, mas também da partilha de experiências com este fim. Apela à participação de todos os sectores da comunidade local. Integra a componente ambiental, social, económica e cultural, com o objectivo último de melhorar a qualidade de vida dos habitantes, baseando-se nos princípios do desenvolvimento sustentado. É mais do que um “plano verde”.
Quando não estamos no nosso País é que nos apercebemos de determinadas coisas que, provavelmente, no nosso quotidiano não atribuímos qualquer valor. O património não é só os nossos Monumentos, Mosteiros, Conventos, Castelos, entre outros. O património que nos identifica como Portugueses é as nossas Língua, que através das conquistas espalhamos pelos quatro cantos do Mundo. O Português é a língua oficial em nove Países, sendo ainda falado em três Estados da Índia, em Macau e em Timor. O fenómeno imigração já vem da época das conquistas, em que partimos por aventura, porque éramos obrigados ou porque necessitávamos de trabalhar.
Todas as Nações que fomos conquistando, deixamos a nossa marca. A nossa Língua, os nossos costumes ou tradições, a nossa religião e a nossa arquitectura. Ao sermos emigrantes servimos o nosso País em todas as frentes, mantemos e divulgamos o nosso Património, contribuímos para as relações comerciais intercontinentais e ajudamos a economia Portuguesa.
Apesar de sermos um País relativamente pequeno, conseguimos dar bastante impacto no que diz respeito ao desporto, não só no futebol mas também nos Jogos Olímpicos. Os nossos jogadores continuam a elevar a bandeira ao mastro mais alto.
Relativamente à minha entidade, os aspectos que mais contribuíram para a construção da mesma são vários. Até ao momento do meu pai emigrar para a Suíça e a minha mãe ter de cuidar de oito filhos sendo o mais velho de 14 anos de idade, cedo me ensinaram que a vida nem sempre é o desejamos, antes ao contrário, ao desejarmos algo temos de lutar para obtê-lo. Com a ausência do meu pai, eu e meus irmãos estudamos até completarmos a escolaridade obrigatória, com 12 anos de idade emigrei para a França, um ano depois ingressei no mundo do trabalho. Tive variadíssimas experiências profissionais, desde comércio à hotelaria, Artes Gráficas à venda de publicidade, de Hotelaria a restauração, até ao convívio com os mais idosos. Esta diversidade foi muito importante para a construção da minha identidade. Motivada pelos aconselhamentos de todos os que me rodearam, aprendi o sentido da responsabilidade, do respeito e da oportunidade.
Todas as pessoas que passaram na minha vida deixaram um pouco delas em mim.
Liverdade e responsabilidade democráticas
Área de Competência: Base
Descrição da UFCD: CP1
• Reconhece as responsabilidades inerentes à liberdade pessoal em democracia.
• Assume direitos e deveres laborais enquanto cidadão activo.
• Identifica os direitos fundamentais de um cidadão num estado democrático contemporâneo.
• Participa e sustentadamente na comunidade global
CIDADANIA é uns processos que percorremos ao longo da vida. Começa em casa e no meio próximo das crianças com as questões da identidade, relações interpessoais, escolhas, justiça, bem e o mal, e desenvolve-se na medida em que se desenvolvem os horizontes de vida.
Cidadania está relacionada com o desenvolvimento pessoal, social e emocional, o desenvolvimento da confiança, da responsabilidade e o respeito pelas diferenças.
É preciso estar atento e aproveitar a diversidade de oportunidades de aprendizagem da cidadania do pré-escolar ao ensino secundário e profissional.
Perante a multiplicidade e complexidade das sociedades do nosso tempo, a experiência de vida não chega para formar o cidadão, é preciso que haja uma educação absoluta ao longo da vida. A democracia precisa de cidadãos activos, informados e responsáveis para assumir o seu papel na comunidade.
Foi instituído o cartão do cidadão, nele contem o número de identidade, o número fiscal, de beneficiário. Este cartão é único, e tem como finalidade substituir todos os anteriores cartões.
DIREITOS DO CIDADÃO:
Educação; alimentação; saúde (assistência média gratuita); opinar e reivindicar; ser respeitado, pela raça, religião, opinião; trabalho, segurança, direito ao voto privacidade; Locomoção; identificação; condições básicas de higiene; exercer a cidadania; trabalhar em instituições públicas.
DEVERES DO CIDADÃO:
Respeitar as pessoas; não ser racista, manter a higiene; cumprir e respeitar as leis; não desperdiçar água; reciclar os materiais recicláveis; proteger os "habitats" naturais; evitar usar electrodomésticos ou sprays que libertem gases; não poluir qualquer meio.
Ter gosto de proteger a Natureza.
No âmbito social, a reciclagem proporciona-nos uma melhor qualidade de vida através da melhoria ambiental.
Por isso, todos nós temos o dever de cuidar do que é de todos.
Temos que ter consciência desta realidade e parar de pensar que o que está longe de nós não nos afecta.
A correcta separação de resíduos para posterior reciclagem é uma tarefa muito simples e não custa nada cumpri-la.
E essa separação não se deve limitar apenas às embalagens, mas também a todos os resíduos que possam ser reciclados, como os óleos usados, electrodomésticos, pilhas, etc.
Só à alguns anos atrás, comecei a prestar uma maior atenção ao mundo que nos rodeia, e como tal faço a separação do lixo e procuro fazer com que as pessoas que me estão próximas também o façam, em especial ao meu filho. A falta de água potável, a transmissão e propagação de doenças, a paisagem seca, triste, e sem vida, é um futuro que não quero para ele.
É imprescindível acabar com a forma excessiva do consumismo, estamos a ficar sem recursos naturais no nosso planeta.
A solidariedade e a entreajuda da humanidade são postas à prova. Será que os mais generosos e mais humanos conseguem mudar o mundo! Pois a única coisa possível para aumentar a esperança de vida é proteger a saúde. Não podemos fechar os olhos aos problemas, porque assim eles não vão deixar de existir. Nós como vulgares cidadãos e sem conhecimento científico, podemos ajudar ajudando a população na prevenção, lutar com todas as armas que dispomos, independentemente de sofremos directa ou indirectamente das mesmas, podemos fazer campanhas, peditórios, voluntariado, denunciar casos de carência humana que tenhamos conhecimento, às respectivas autoridades.
Este ano, no mês de Janeiro, participei num peditório para as crianças da Caritas, juntamente com algumas colegas do Cesae, foi uma experiencia muito compensatória, fiquei muito feliz ao constatar que ainda existem pessoas sensíveis e que conhecem as dificuldades destas crianças e também dos “novos” pobres. Sim, infelizmente há cada vez mais pessoas sem-abrigo devido à crise em que nos deparamos. Todos nós sabemos como está a situação da economia nos dias de hoje, e por essa razão, é preciso tomar boas decisões, tais como, poupar.
É devido às circunstâncias da vida, que na sociedade acrescem problemas de droga, álcool, doenças crónicas e transmissíveis.
Infelizmente, aprendi com a dura realidade que, se no presente não cuidarmos bem daquilo que temos de mais precioso, a saúde, no futuro, pode não ser possível.
Aos 16 anos comecei a fumar por uma mera brincadeira e transformou-se num vício com cerca de dezasseis anos.
O cigarro foi, por muitos anos, um símbolo de luxo, de satisfação e status social. A sua venda era motivada pela exploração de uma imagem estratégica, em promoção de festas, concertos e eventos, sempre ligada ao que está na moda.
Após anos de consumo, o tabaco foi perdendo as suas características "positivas". Hoje não há qualquer dúvida sobre os malefícios do seu uso e dos seus derivados para a saúde do fumador e de todos aqueles que vivem a sua volta.
Actualmente, nos próprios maços de tabaco vem a informação sobre os seus malefícios, embora o choque não seja assim tão grande como se desejaríamos que fosse.
Não foram esses avisos que me influenciaram a deixar de fumar, embora eu soubesse que o tabaco era prejudicial para a saúde, só quando vi de muito perto as suas consequências, todo o sofrimento e angústia pelo qual se passa, e o facto de não haver retrocesso, senti que estava na altura de deixar esse vício.
Não foi fácil deixar de fumar, mas também não foi assim tão difícil como se pensa, é preciso termos acima de tudo uma grande foça interior. Foi em Março de 2006, que decidi deixar de fumar. Nesta altura, ainda não tinha saído a legislação sobre o tabaco, embora o diploma estivesse pronto há muito, devido às consecutivas alterações, ele só foi publicado em Diário da República em Agosto de 2007 para vigorar a partir de 1 de Janeiro de 2008. No nosso país, no que se refere à concordância ou não com a proibição de fumar nos locais considerados, constatou-se através de inquéritos, que a maioria dos cidadãos é completamente a favor da proibição de fumar em todos os locais.
Algum tempo atrás, e pela segunda vez, passei pela experiência de perder um familiar devido ao consumo de substâncias químicas.
O meu irmão, de 42 anos de idade, não resistiu à doença que o torturava há cerca de um ano e meio e que cada dia o deixava sem forças para lutar.
Em 2006 foi-lhe diagnosticado um tumor maligno (cancro) nos pulmões. Fiquei em estado de choque. Quando pensamos que nada disso nos bate a porta, estamos absolutamente enganados.
Ele era fumador há muitos anos e o tabaco, sendo o maior factor de risco para esse tipo de tumor, acabou por lhe traçar o destino.
Nos tempos que correm, como já é possível aliviar os efeitos secundários através de medicamentos, houve algum tempo em que o meu irmão sentia-se bem, continuava a trabalhar, estávamos certos de que era uma fase má das nossas vidas e que estava prestes a acabar. Mas infelizmente isso não aconteceu.
O choque maior estava para vir, cancro tinha-se espalhado, afectando também o fígado. Os médicos então informaram-nos que não havia cura possível. O cancro estava demasiado evoluído. O objectivo era então o de controlar a doença e os seus sintomas. Mas na fase terminal as dores eram muitas vezes insuportáveis, embora tomasse medicação para não as sentir.
Vi o meu irmão passar por todos os sintomas e a minha impotência era tão frustrante, tudo o que podia fazer era proporcionar-lhe o conforto psicológico, no tempo de vida que lhe restava.
Portanto, ter uma boa saúde é essencial para que a população possa manter uma qualidade de vida aceitável, tendo uma vida activa e saudável.
É indispensável que as pessoas se sintam úteis, e o trabalho também faz parte integrante das nossas vidas no ponto de vista individual, familiar e colectivo. Uma vez que no desemprego, ou com trabalho muito precário, as relações sociais descem a pique de uma forma impressionante.
s direitos dos trabalhadores são uma componente indispensável do sistema democrático. O seu pleno exercício é um factor de dinamização e enriquecimento da vida política, social e cultural e do desenvolvimento económico-social do país.
Todos nós, enquanto trabalhadores, temos uma série de direitos, mas também temos obrigações para com a entidade patronal.
No Código do Trabalho estão previstos os direitos e deveres dos trabalhadores em geral, mas é nos Instrumentos de Regulamentação Colectiva que são estabelecidas as garantias mínimas, para todos os trabalhadores de uma empresa ou sector de actividade. Garantias sobre as condições de prestação de trabalho relativas à segurança, higiene e saúde, garantia da retribuição base para todas as profissões e categorias profissionais.
Os direitos que são assistidos por lei são, entre outros:
Artigo 127º. 129º. Código do Trabalho:
Receber pontualmente a retribuição;
Subsídio de férias e de natal;
O gozo de férias;
Os períodos mínimos de descanso;
Igualdade de tratamento e não discriminação;
Condições de trabalho, no que diz respeito à segurança e saúde;
Retribuição do trabalho, segundo a quantidade, natureza e qualidade, observando-se o princípio de que para trabalho igual salário igual, de forma a garantir uma existência condigna;
Organização do trabalho em condições socialmente dignificantes, de forma a facultar a realização pessoal e a permitir a conciliação da actividade profissional com a vida familiar;
Prestação do trabalho em condições de higiene, segurança e saúde;
Repouso e lazeres, a um limite máximo da jornada de trabalho, ao descanso semanal e as férias periódicas pagas;
Assistência material, quando involuntariamente se encontrem em situação de desemprego;
Assistência e justa reparação, quando vítimas de acidente de trabalho ou de doença profissional.
Hoje, face ao actual contexto económico e social do país, os trabalhadores e a maioria da população portuguesa têm maiores dificuldades financeiras e piores condições de vida.
O elevado número de desempregados, a precariedade no emprego, o aumento de custo de vida, os baixos salários, o desrespeito pelos direitos dos trabalhadores são algumas das causas que levam ao aumento da degradação das condições de vida.
Por todas estas situações, o medo crescente da perda do emprego é grande e está cada vez mais presente em cada cidadão. Este receio faz com que a mobilização dos trabalhadores na defesa dos seus direitos seja bastante menor.
Na aula foi abordado o tema do Tratado de Maastricht e o tratado de Lisboa onde foram discutidos os deveres e direitos de cidadania, transnacionalidade, diferentes contextos sociais, intensificando as relações sociais à escala mundial.
Há um tempo atrás não tinha a noção de que participação para a cidadania era tão importante para o nosso bem-estar. Todos nós sabemos que o que semeamos assim o recolhemos, ou seja, enquanto cidadã, devo proceder de boa fé perante a sociedade, no exercício dos meus direitos e no cumprimento das minhas obrigações.
Descrição da UFCD: CP1
• Reconhece as responsabilidades inerentes à liberdade pessoal em democracia.
• Assume direitos e deveres laborais enquanto cidadão activo.
• Identifica os direitos fundamentais de um cidadão num estado democrático contemporâneo.
• Participa e sustentadamente na comunidade global
CIDADANIA é uns processos que percorremos ao longo da vida. Começa em casa e no meio próximo das crianças com as questões da identidade, relações interpessoais, escolhas, justiça, bem e o mal, e desenvolve-se na medida em que se desenvolvem os horizontes de vida.
Cidadania está relacionada com o desenvolvimento pessoal, social e emocional, o desenvolvimento da confiança, da responsabilidade e o respeito pelas diferenças.
É preciso estar atento e aproveitar a diversidade de oportunidades de aprendizagem da cidadania do pré-escolar ao ensino secundário e profissional.
Perante a multiplicidade e complexidade das sociedades do nosso tempo, a experiência de vida não chega para formar o cidadão, é preciso que haja uma educação absoluta ao longo da vida. A democracia precisa de cidadãos activos, informados e responsáveis para assumir o seu papel na comunidade.
Foi instituído o cartão do cidadão, nele contem o número de identidade, o número fiscal, de beneficiário. Este cartão é único, e tem como finalidade substituir todos os anteriores cartões.
DIREITOS DO CIDADÃO:
Educação; alimentação; saúde (assistência média gratuita); opinar e reivindicar; ser respeitado, pela raça, religião, opinião; trabalho, segurança, direito ao voto privacidade; Locomoção; identificação; condições básicas de higiene; exercer a cidadania; trabalhar em instituições públicas.
DEVERES DO CIDADÃO:
Respeitar as pessoas; não ser racista, manter a higiene; cumprir e respeitar as leis; não desperdiçar água; reciclar os materiais recicláveis; proteger os "habitats" naturais; evitar usar electrodomésticos ou sprays que libertem gases; não poluir qualquer meio.
Ter gosto de proteger a Natureza.
No âmbito social, a reciclagem proporciona-nos uma melhor qualidade de vida através da melhoria ambiental.
Por isso, todos nós temos o dever de cuidar do que é de todos.
Temos que ter consciência desta realidade e parar de pensar que o que está longe de nós não nos afecta.
A correcta separação de resíduos para posterior reciclagem é uma tarefa muito simples e não custa nada cumpri-la.
E essa separação não se deve limitar apenas às embalagens, mas também a todos os resíduos que possam ser reciclados, como os óleos usados, electrodomésticos, pilhas, etc.
Só à alguns anos atrás, comecei a prestar uma maior atenção ao mundo que nos rodeia, e como tal faço a separação do lixo e procuro fazer com que as pessoas que me estão próximas também o façam, em especial ao meu filho. A falta de água potável, a transmissão e propagação de doenças, a paisagem seca, triste, e sem vida, é um futuro que não quero para ele.
É imprescindível acabar com a forma excessiva do consumismo, estamos a ficar sem recursos naturais no nosso planeta.
A solidariedade e a entreajuda da humanidade são postas à prova. Será que os mais generosos e mais humanos conseguem mudar o mundo! Pois a única coisa possível para aumentar a esperança de vida é proteger a saúde. Não podemos fechar os olhos aos problemas, porque assim eles não vão deixar de existir. Nós como vulgares cidadãos e sem conhecimento científico, podemos ajudar ajudando a população na prevenção, lutar com todas as armas que dispomos, independentemente de sofremos directa ou indirectamente das mesmas, podemos fazer campanhas, peditórios, voluntariado, denunciar casos de carência humana que tenhamos conhecimento, às respectivas autoridades.
Este ano, no mês de Janeiro, participei num peditório para as crianças da Caritas, juntamente com algumas colegas do Cesae, foi uma experiencia muito compensatória, fiquei muito feliz ao constatar que ainda existem pessoas sensíveis e que conhecem as dificuldades destas crianças e também dos “novos” pobres. Sim, infelizmente há cada vez mais pessoas sem-abrigo devido à crise em que nos deparamos. Todos nós sabemos como está a situação da economia nos dias de hoje, e por essa razão, é preciso tomar boas decisões, tais como, poupar.
É devido às circunstâncias da vida, que na sociedade acrescem problemas de droga, álcool, doenças crónicas e transmissíveis.
Infelizmente, aprendi com a dura realidade que, se no presente não cuidarmos bem daquilo que temos de mais precioso, a saúde, no futuro, pode não ser possível.
Aos 16 anos comecei a fumar por uma mera brincadeira e transformou-se num vício com cerca de dezasseis anos.
O cigarro foi, por muitos anos, um símbolo de luxo, de satisfação e status social. A sua venda era motivada pela exploração de uma imagem estratégica, em promoção de festas, concertos e eventos, sempre ligada ao que está na moda.
Após anos de consumo, o tabaco foi perdendo as suas características "positivas". Hoje não há qualquer dúvida sobre os malefícios do seu uso e dos seus derivados para a saúde do fumador e de todos aqueles que vivem a sua volta.
Actualmente, nos próprios maços de tabaco vem a informação sobre os seus malefícios, embora o choque não seja assim tão grande como se desejaríamos que fosse.
Não foram esses avisos que me influenciaram a deixar de fumar, embora eu soubesse que o tabaco era prejudicial para a saúde, só quando vi de muito perto as suas consequências, todo o sofrimento e angústia pelo qual se passa, e o facto de não haver retrocesso, senti que estava na altura de deixar esse vício.
Não foi fácil deixar de fumar, mas também não foi assim tão difícil como se pensa, é preciso termos acima de tudo uma grande foça interior. Foi em Março de 2006, que decidi deixar de fumar. Nesta altura, ainda não tinha saído a legislação sobre o tabaco, embora o diploma estivesse pronto há muito, devido às consecutivas alterações, ele só foi publicado em Diário da República em Agosto de 2007 para vigorar a partir de 1 de Janeiro de 2008. No nosso país, no que se refere à concordância ou não com a proibição de fumar nos locais considerados, constatou-se através de inquéritos, que a maioria dos cidadãos é completamente a favor da proibição de fumar em todos os locais.
Algum tempo atrás, e pela segunda vez, passei pela experiência de perder um familiar devido ao consumo de substâncias químicas.
O meu irmão, de 42 anos de idade, não resistiu à doença que o torturava há cerca de um ano e meio e que cada dia o deixava sem forças para lutar.
Em 2006 foi-lhe diagnosticado um tumor maligno (cancro) nos pulmões. Fiquei em estado de choque. Quando pensamos que nada disso nos bate a porta, estamos absolutamente enganados.
Ele era fumador há muitos anos e o tabaco, sendo o maior factor de risco para esse tipo de tumor, acabou por lhe traçar o destino.
Nos tempos que correm, como já é possível aliviar os efeitos secundários através de medicamentos, houve algum tempo em que o meu irmão sentia-se bem, continuava a trabalhar, estávamos certos de que era uma fase má das nossas vidas e que estava prestes a acabar. Mas infelizmente isso não aconteceu.
O choque maior estava para vir, cancro tinha-se espalhado, afectando também o fígado. Os médicos então informaram-nos que não havia cura possível. O cancro estava demasiado evoluído. O objectivo era então o de controlar a doença e os seus sintomas. Mas na fase terminal as dores eram muitas vezes insuportáveis, embora tomasse medicação para não as sentir.
Vi o meu irmão passar por todos os sintomas e a minha impotência era tão frustrante, tudo o que podia fazer era proporcionar-lhe o conforto psicológico, no tempo de vida que lhe restava.
Portanto, ter uma boa saúde é essencial para que a população possa manter uma qualidade de vida aceitável, tendo uma vida activa e saudável.
É indispensável que as pessoas se sintam úteis, e o trabalho também faz parte integrante das nossas vidas no ponto de vista individual, familiar e colectivo. Uma vez que no desemprego, ou com trabalho muito precário, as relações sociais descem a pique de uma forma impressionante.
s direitos dos trabalhadores são uma componente indispensável do sistema democrático. O seu pleno exercício é um factor de dinamização e enriquecimento da vida política, social e cultural e do desenvolvimento económico-social do país.
Todos nós, enquanto trabalhadores, temos uma série de direitos, mas também temos obrigações para com a entidade patronal.
No Código do Trabalho estão previstos os direitos e deveres dos trabalhadores em geral, mas é nos Instrumentos de Regulamentação Colectiva que são estabelecidas as garantias mínimas, para todos os trabalhadores de uma empresa ou sector de actividade. Garantias sobre as condições de prestação de trabalho relativas à segurança, higiene e saúde, garantia da retribuição base para todas as profissões e categorias profissionais.
Os direitos que são assistidos por lei são, entre outros:
Artigo 127º. 129º. Código do Trabalho:
Receber pontualmente a retribuição;
Subsídio de férias e de natal;
O gozo de férias;
Os períodos mínimos de descanso;
Igualdade de tratamento e não discriminação;
Condições de trabalho, no que diz respeito à segurança e saúde;
Retribuição do trabalho, segundo a quantidade, natureza e qualidade, observando-se o princípio de que para trabalho igual salário igual, de forma a garantir uma existência condigna;
Organização do trabalho em condições socialmente dignificantes, de forma a facultar a realização pessoal e a permitir a conciliação da actividade profissional com a vida familiar;
Prestação do trabalho em condições de higiene, segurança e saúde;
Repouso e lazeres, a um limite máximo da jornada de trabalho, ao descanso semanal e as férias periódicas pagas;
Assistência material, quando involuntariamente se encontrem em situação de desemprego;
Assistência e justa reparação, quando vítimas de acidente de trabalho ou de doença profissional.
Hoje, face ao actual contexto económico e social do país, os trabalhadores e a maioria da população portuguesa têm maiores dificuldades financeiras e piores condições de vida.
O elevado número de desempregados, a precariedade no emprego, o aumento de custo de vida, os baixos salários, o desrespeito pelos direitos dos trabalhadores são algumas das causas que levam ao aumento da degradação das condições de vida.
Por todas estas situações, o medo crescente da perda do emprego é grande e está cada vez mais presente em cada cidadão. Este receio faz com que a mobilização dos trabalhadores na defesa dos seus direitos seja bastante menor.
Na aula foi abordado o tema do Tratado de Maastricht e o tratado de Lisboa onde foram discutidos os deveres e direitos de cidadania, transnacionalidade, diferentes contextos sociais, intensificando as relações sociais à escala mundial.
Há um tempo atrás não tinha a noção de que participação para a cidadania era tão importante para o nosso bem-estar. Todos nós sabemos que o que semeamos assim o recolhemos, ou seja, enquanto cidadã, devo proceder de boa fé perante a sociedade, no exercício dos meus direitos e no cumprimento das minhas obrigações.
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Área de Competência: Base Descrição da UFCD: CLC 6 • Recorre a terminologias específicas no âmbito do planeamento e ordenação do terri...
